"This one goes out to the one I love"
"O darling, it's so sweet, you think you know how crazy
How crazy I am
You say you don’t spook easy, you won’t go, but I know
And I pray that you will
Fast as you can, baby run-free yourself of me
Fast as you can"
"Hunger hurts, and I want him so bad, oh it kills
Cuz I know I’m a mess he don’t wanna clean up
I got to fold cuz these hands are too shaky to hold
Hunger hurts, but starving works, when it costs too much to love"
"Once my lover, now my friend
What a cruel thing to pretend
What a cunning way to condescend
Once my lover, and now my friend"
-----------------------------------------------------------------------------------------------
Meu deus!
Pastel de sonho de valsa com 7 bombons dentro!!!!
É bom demias.
Mas depois....
-----------------------------------------------------------------------------------------------
Numa dança não existem erros. Os movimentos simplesmente
fluem, assim como numa sedução.
------------------------------------------------------------------------------------------------
Post perdido esse,
Mas vale pra dizer que na semana passada eu encontrei
com uma amiga minha da facul e ela me passou o blog dela.
Parece que faz tempo que ela não escreve nele.
O outro blog novo é o da minha irmã.
Vão vendo o que vocês acham deles.
Tão ai do lado.
O estranho é que os dois blogs tem o mesmo template.
quinta-feira, novembro 14, 2002
segunda-feira, novembro 11, 2002
Ice Kill
I got my own hell to raise
Varias vezes eu fico brincando no meu icq. Vou lá no
white pages e procuro umas pessoas bacanas pra conversar.
Gosto de conhecer pessoas novas, com idéias novas.
Uma coisa que eu sempre olho é o info about, onde você,
junto do nick, pode conhecer um pouco da pessoa antes
de começar uma conversa.
Pesando nisso, resolvi encontrar frases para
o meu info about, todas devidamente tiradas de livros,
filmes ou músicas.
"Don't think you are. Know you are." Laurence Fishburne (Morpheus) - Matrix
"It's all in your head. And I said 'so it's everything' but he didn't get it." Fionna Apple - Paper Bag
"My mind is going, Dave"HaL 9000 - 2001
"Luke, I am your father "James Earl Jones ( Darth Vader's Voice) - Star Wars
"You must have goals. Trace your goals. Wright it down in your calendar" Tom Cruise ( Frank T. J. Mackey) - Magnólia.
"Run, You fools." J. R. R. Tolkien ( Gandalf) - Lord Of the Rings
"Rest Boromir, man of Gondor" J. R. R. Tolkien ( Elessar) - Lord Of the Rings
"Father, this is the best educational game ever." Philip K. Dick - War Game.
"I am the hope" Neil Gaiman (Dream) - Sandman
"Avada Kedavra" J. K. Rowling (Lord Voldemort) - Harry Potter and the goblet of fire
"A bondane é o princípio da crueldade." Frank Herbert (Muad´Dib) - Dune
"Each morning, I get up I die little" Queen - Somebody to love
Tinham muitas outras que o sono me impede de lembrar.
Amanhã, revigorado, eu edito e coloco mais algumas.
Correções e adições.
I got my own hell to raise
Varias vezes eu fico brincando no meu icq. Vou lá no
white pages e procuro umas pessoas bacanas pra conversar.
Gosto de conhecer pessoas novas, com idéias novas.
Uma coisa que eu sempre olho é o info about, onde você,
junto do nick, pode conhecer um pouco da pessoa antes
de começar uma conversa.
Pesando nisso, resolvi encontrar frases para
o meu info about, todas devidamente tiradas de livros,
filmes ou músicas.
"Don't think you are. Know you are." Laurence Fishburne (Morpheus) - Matrix
"It's all in your head. And I said 'so it's everything' but he didn't get it." Fionna Apple - Paper Bag
"My mind is going, Dave"HaL 9000 - 2001
"Luke, I am your father "James Earl Jones ( Darth Vader's Voice) - Star Wars
"You must have goals. Trace your goals. Wright it down in your calendar" Tom Cruise ( Frank T. J. Mackey) - Magnólia.
"Run, You fools." J. R. R. Tolkien ( Gandalf) - Lord Of the Rings
"Rest Boromir, man of Gondor" J. R. R. Tolkien ( Elessar) - Lord Of the Rings
"Father, this is the best educational game ever." Philip K. Dick - War Game.
"I am the hope" Neil Gaiman (Dream) - Sandman
"Avada Kedavra" J. K. Rowling (Lord Voldemort) - Harry Potter and the goblet of fire
"A bondane é o princípio da crueldade." Frank Herbert (Muad´Dib) - Dune
"Each morning, I get up I die little" Queen - Somebody to love
Tinham muitas outras que o sono me impede de lembrar.
Amanhã, revigorado, eu edito e coloco mais algumas.
Correções e adições.
E-Weekend
Sexta. Passei na casa do Tiba e fomos encontrar o pessoal num
barzinho para seguir dali para o Plastic Fantastic.
Um lugarzinho, digamos, alegre, coisa que só fomos descobrir quando
encontramos a Bel.
De qualquer forma, foi uma balada produtiva. Dancei um pouco e conversei
bastante.
Mal tive tempo para dormir. Tinha treino. O fasa entrou para o time ( muito
bem vindo) e estamos correndo contra o relógio para chegar com
tudo em Brasilia.
Sabado de noite: xXxperience.
Sou muuuuito newbie de rave. Fiquei meio perdido, mas curti.
Dancei largo. Nossa. Nem senti a dor na coxa da paulistinha que
levei jogando bola.
Conversei bastante. Conheci a Dea, que apesar de não
achar o Ed Norton o melhor ator na atualidade, é muito
legal. Conheci, meio que por cima, infelizmente, o pessoal
dela também.
E, em certo ponto, fiquei de saco cheio, e sumi.
Voltamos, comi pastel e ... TREINOS!
Ainda quase fui ao cinema de noite.
Adoro quando os finais de semana são corridos.
Sexta. Passei na casa do Tiba e fomos encontrar o pessoal num
barzinho para seguir dali para o Plastic Fantastic.
Um lugarzinho, digamos, alegre, coisa que só fomos descobrir quando
encontramos a Bel.
De qualquer forma, foi uma balada produtiva. Dancei um pouco e conversei
bastante.
Mal tive tempo para dormir. Tinha treino. O fasa entrou para o time ( muito
bem vindo) e estamos correndo contra o relógio para chegar com
tudo em Brasilia.
Sabado de noite: xXxperience.
Sou muuuuito newbie de rave. Fiquei meio perdido, mas curti.
Dancei largo. Nossa. Nem senti a dor na coxa da paulistinha que
levei jogando bola.
Conversei bastante. Conheci a Dea, que apesar de não
achar o Ed Norton o melhor ator na atualidade, é muito
legal. Conheci, meio que por cima, infelizmente, o pessoal
dela também.
E, em certo ponto, fiquei de saco cheio, e sumi.
Voltamos, comi pastel e ... TREINOS!
Ainda quase fui ao cinema de noite.
Adoro quando os finais de semana são corridos.
sexta-feira, novembro 01, 2002
quinta-feira, outubro 31, 2002
Realismo Fantástico.
Assisti ontem ao último filme do Linch a chegar em
video. Gostei muito ( como acontece com quase todos os filmes do Linch).
A crítica tinha batido um pouco no filme, falando que era
um filme que te fazia pensar, te fazia tentar achar uma solução,
que no final, não existia.
O que eu não achei não. Se pensar com calma a solução para
a compreensão do filme existe.( qualquer coisa, estamos ai no icq
para discussões)
De qualquer forma, o filme me fez lembrar um pouco de um conto
que escrevi faz um 5 anos. Vou postá-lo, mas peço que sejam
bonzinhos, faz muito tempo que eu escrevi =D
Sentir
Sol, grande e alaranjado, surge por trás da praça. O céu, começa a tomar cores tênues, uma variação de rosa e amarelo, os primeiros gorjeares do dia são ouvidos, pássaros de todas as cores, desde de os mais comuns, pequenos com a barriga amarela, até os mais raros, como a bela coruja, noctívaga, que voa rasante, distante, cruzam os céus. Passos se arrastam pela praça, cansados, acabados. Roupas velhas, alternando com calças sociais, não havia conseguido dormir. Vozes e barulhos cruzaram sua casa, sua mente, enquanto a noite passava. Relutou em voltar para cá, pois sabia que nada havia mudado e cenas como espancamentos, torturas e abusos não o deixariam respirar, quanto mais dormir. Seu pai estava morto, sobrara apenas ele e deveria agora exorcizar os demônios, tinha de limpar a casa. Sua mente flui, esvazia, respira bem fundo, estala as costas, senta-se. O banco ainda molhado pelo sereno, umedece suas roupas.
Não se agüenta acordado, seus olhos fecham-se pesadamente, em um grande estrondo... A porta da sala cai. Ele e sua irmã assistem televisão, seu pai bêbado, molhado, olha com raiva para as pequenas crianças: “Já disse que não quero ver vocês assistindo tevê no meio da tarde...”, sua irmã, mais esperta, toma a frente: ”Foi ele quem ligou...”. O pai investe com fúria contra a irmã: “O pior de todos é o dedo duro, eu já avisei”, e com violência tira a calça de sua filha, e virando-a de frente, tira a sua também. A dor e o ódio nos olhos de sua irmã, só não eram piores que o prazer que residia dentro dos seus... A raiva nos olhos de sua irmã o transporta de volta para o belo dia que já nasceu. Havia perdido a noção do tempo. Pessoas curiosas passavam ali perto, esticando seus pescoços para tentar ver o que tão estranha figura fazia a dormir com aqueles trajes, sentado em um banco, no meio da praça.
Levantou-se e pôs-se a andar, ainda tonto, tropeçando sobre os próprios pés, chovia, um relâmpago corta o céu, seus amigos o apoiam sobre os ombros, tinha, então, seus dezessete anos. Seu pai havia saído, procurava um caixão para sua mãe, que agora repousa sobre a fria mesa do porão. Entra pela porta, que por três anos ficou sem conserto. Descem. O mais velho deles abre a porta do armário do porão e pega as estranhas roupas pretas. Vestem-se. Rápido, toma a frente e pega o livro. Seus amigos se reúnem entorno do cadáver, estático, cru. Sobe sobre um pequeno banquinho e começa a recitar as palavras que lia. O coro feito por seus amigos o segue, a luz começa a perder sua intensidade, ficando cada vez mais fraca, o vento preenche o aposento, criando um anel, que cada vez fica mais apertado, o corpo parece flutuar, o barulho da porta do porão abrindo, lá no topo da escada estava sua irmã parada, a luz da cozinha atrás, luz forte, luz que cega, não deveria ter olhado tão diretamente para o sol.
Anda agora com os olhos fechados, não via nada com eles abertos também. Com alguma dificuldade desvia das árvores no caminho, mas acaba acertando sua cabeça em uma. Abre seus olhos, o sangue escorre de sua testa para o chão. Seu pai havia tentado maltratá-lo como fazia com sua irmã, mas revidara, acertando um soco em sua boca. Seu pai, furioso, devolveu com um tapa que o fez girar e acertar sua cabeça na quina da pia. Seu pai saiu pela porta deixando sangrando no chão. Seus olhos já haviam se recuperado. O sol já marcava meio dia, avistava, ao longe, sua casa, o grande portão verde, dali, parecia tão pequeno, sua irmã correndo, desesperada, sem saber como fugir, perseguida. Seu pai segurava uma faca na mão, dizia que não havia motivo para correr já que de qualquer forma a alcançaria e que ninguém da vizinhança iria ajudá-la. Ela se demora com as chaves. Chega por trás, cara de terror de sua irmã, os olhos azuis dela contrastando com o vermelho da fúria de seu pai, do sangue, do cansaço, e em seus olhos apenas paz e o marrom, como o rouxinol que raspa perto de sua cabeça num belo rasante.
Para em frente ao grandioso portão verde. Havia nele manchas vermelhas, agora escurecidas pelo tempo, que nunca quiseram sair. Marcadas nelas, cenas, turbilhão por entre pensamentos, memórias, cenas como ocorreram, será? Comichão. É ele sem as calças com seu pai, sua irmã observa, gargalha através de seus olhos, é ele na escada do porão, com a luz fosca por trás, é ele olhando da janela sua irmã correndo com as mãos cheias de sangue, é ele contra o portão, com seu pai investindo duramente contra ele. Ela, com as roupas meio umedecidas e surradas pela péssima noite, abre os belos olhos azuis, levanta-se e enquanto coloca óculos escuros, escondendo-os, sorri. Chega de sentir.
ps. re-postei este conto, pois quando fui rele-lo achei um pouco difícil a compreensão de alguns eventos, uma vez que o havia escrito com a idéia de ser um conto mais visual, quase como um curta.
Assisti ontem ao último filme do Linch a chegar em
video. Gostei muito ( como acontece com quase todos os filmes do Linch).
A crítica tinha batido um pouco no filme, falando que era
um filme que te fazia pensar, te fazia tentar achar uma solução,
que no final, não existia.
O que eu não achei não. Se pensar com calma a solução para
a compreensão do filme existe.( qualquer coisa, estamos ai no icq
para discussões)
De qualquer forma, o filme me fez lembrar um pouco de um conto
que escrevi faz um 5 anos. Vou postá-lo, mas peço que sejam
bonzinhos, faz muito tempo que eu escrevi =D
Sentir
Sol, grande e alaranjado, surge por trás da praça. O céu, começa a tomar cores tênues, uma variação de rosa e amarelo, os primeiros gorjeares do dia são ouvidos, pássaros de todas as cores, desde de os mais comuns, pequenos com a barriga amarela, até os mais raros, como a bela coruja, noctívaga, que voa rasante, distante, cruzam os céus. Passos se arrastam pela praça, cansados, acabados. Roupas velhas, alternando com calças sociais, não havia conseguido dormir. Vozes e barulhos cruzaram sua casa, sua mente, enquanto a noite passava. Relutou em voltar para cá, pois sabia que nada havia mudado e cenas como espancamentos, torturas e abusos não o deixariam respirar, quanto mais dormir. Seu pai estava morto, sobrara apenas ele e deveria agora exorcizar os demônios, tinha de limpar a casa. Sua mente flui, esvazia, respira bem fundo, estala as costas, senta-se. O banco ainda molhado pelo sereno, umedece suas roupas.
Não se agüenta acordado, seus olhos fecham-se pesadamente, em um grande estrondo... A porta da sala cai. Ele e sua irmã assistem televisão, seu pai bêbado, molhado, olha com raiva para as pequenas crianças: “Já disse que não quero ver vocês assistindo tevê no meio da tarde...”, sua irmã, mais esperta, toma a frente: ”Foi ele quem ligou...”. O pai investe com fúria contra a irmã: “O pior de todos é o dedo duro, eu já avisei”, e com violência tira a calça de sua filha, e virando-a de frente, tira a sua também. A dor e o ódio nos olhos de sua irmã, só não eram piores que o prazer que residia dentro dos seus... A raiva nos olhos de sua irmã o transporta de volta para o belo dia que já nasceu. Havia perdido a noção do tempo. Pessoas curiosas passavam ali perto, esticando seus pescoços para tentar ver o que tão estranha figura fazia a dormir com aqueles trajes, sentado em um banco, no meio da praça.
Levantou-se e pôs-se a andar, ainda tonto, tropeçando sobre os próprios pés, chovia, um relâmpago corta o céu, seus amigos o apoiam sobre os ombros, tinha, então, seus dezessete anos. Seu pai havia saído, procurava um caixão para sua mãe, que agora repousa sobre a fria mesa do porão. Entra pela porta, que por três anos ficou sem conserto. Descem. O mais velho deles abre a porta do armário do porão e pega as estranhas roupas pretas. Vestem-se. Rápido, toma a frente e pega o livro. Seus amigos se reúnem entorno do cadáver, estático, cru. Sobe sobre um pequeno banquinho e começa a recitar as palavras que lia. O coro feito por seus amigos o segue, a luz começa a perder sua intensidade, ficando cada vez mais fraca, o vento preenche o aposento, criando um anel, que cada vez fica mais apertado, o corpo parece flutuar, o barulho da porta do porão abrindo, lá no topo da escada estava sua irmã parada, a luz da cozinha atrás, luz forte, luz que cega, não deveria ter olhado tão diretamente para o sol.
Anda agora com os olhos fechados, não via nada com eles abertos também. Com alguma dificuldade desvia das árvores no caminho, mas acaba acertando sua cabeça em uma. Abre seus olhos, o sangue escorre de sua testa para o chão. Seu pai havia tentado maltratá-lo como fazia com sua irmã, mas revidara, acertando um soco em sua boca. Seu pai, furioso, devolveu com um tapa que o fez girar e acertar sua cabeça na quina da pia. Seu pai saiu pela porta deixando sangrando no chão. Seus olhos já haviam se recuperado. O sol já marcava meio dia, avistava, ao longe, sua casa, o grande portão verde, dali, parecia tão pequeno, sua irmã correndo, desesperada, sem saber como fugir, perseguida. Seu pai segurava uma faca na mão, dizia que não havia motivo para correr já que de qualquer forma a alcançaria e que ninguém da vizinhança iria ajudá-la. Ela se demora com as chaves. Chega por trás, cara de terror de sua irmã, os olhos azuis dela contrastando com o vermelho da fúria de seu pai, do sangue, do cansaço, e em seus olhos apenas paz e o marrom, como o rouxinol que raspa perto de sua cabeça num belo rasante.
Para em frente ao grandioso portão verde. Havia nele manchas vermelhas, agora escurecidas pelo tempo, que nunca quiseram sair. Marcadas nelas, cenas, turbilhão por entre pensamentos, memórias, cenas como ocorreram, será? Comichão. É ele sem as calças com seu pai, sua irmã observa, gargalha através de seus olhos, é ele na escada do porão, com a luz fosca por trás, é ele olhando da janela sua irmã correndo com as mãos cheias de sangue, é ele contra o portão, com seu pai investindo duramente contra ele. Ela, com as roupas meio umedecidas e surradas pela péssima noite, abre os belos olhos azuis, levanta-se e enquanto coloca óculos escuros, escondendo-os, sorri. Chega de sentir.
ps. re-postei este conto, pois quando fui rele-lo achei um pouco difícil a compreensão de alguns eventos, uma vez que o havia escrito com a idéia de ser um conto mais visual, quase como um curta.
Um amontoado de sentimentos.
Igual a ingerir grandes quantidades de chocolate.
Invés de nos alegrarmos por apenas amar, ficamos
tristes e nos sentimos impotentes só por não podermos
ter nosso amor correspondido, o mesmo, ter quem amamos.
Sem perceber que isso nos faz menos interessante para
a pessoa que amamos, o que a torna ainda mais distante,
o que nos deixa mais triste, e assim por diante.
As vezes estamos com quem amamos e uma situação
externa faz com que essa pessoa não pareça mais querer
estar tão junto da gente, fazendo que nos apeguemos mais
a ela, tentando segura-la com toda a nossa força para que ela
veja o quanto podemos ser felizes.
Não percebemos que com isso, muitas vezes, que a sufocamos,
ou nos tornamos pedantes, chatos, óbvios, fazendo com que cada
vez mais ela queria escapar.
ah, o amor! O bizarro amor.
Coisas da Tevê
Assistindo tevê antes de ontem eu vi duas coisas muito legais
para se fazer.
A primeira é o Flowriding. A idéia é
a seguinte: Uma espécie de Half-pipe com muita água e 4 motores
muito fortes que fazem o half ficar parecendo um grande onda.
Entra então você com uma prancha de qualquer tipo e tenta fazer
manobras ( ou ficar de pé nisso). Pareceu muito loko.
A segunda foi no programa da Monique Evans, o Noite a fora.
Ela passou uma matéria sobre um motel ( não sei o nome nem onde, boooooa).
Na matéria ela mostrou duas suítes. Uma era toda elegante, com uma cama
feita dentro de um piano, um chuveiro daqueles que mandam água em
todas as direções, massageando e seu corpo e coisas assim.
O outro era foda. A maioria dos móveis e paredes feitos com bambu.
Uma parede com bambu e vidro muito linda. Mas o especial eram as brincadeiras.
No banheiro, ao lado do papel higiênico e preso a parede, uma espécie de
game boy, para você se divertir enquanto esta lá, fazendo o que a natureza
manda. Um computador ligado a internet na sala. Uma banheira com hidro.
Uma piscina com um tobogã muito loko. E, para fechar, duas camas.
Era quase a casa que eu gostaria de ter ( hehehe). Acho que o legal desta
suíte é ir de galera. Quem topa?
=P
Assistindo tevê antes de ontem eu vi duas coisas muito legais
para se fazer.
A primeira é o Flowriding. A idéia é
a seguinte: Uma espécie de Half-pipe com muita água e 4 motores
muito fortes que fazem o half ficar parecendo um grande onda.
Entra então você com uma prancha de qualquer tipo e tenta fazer
manobras ( ou ficar de pé nisso). Pareceu muito loko.
A segunda foi no programa da Monique Evans, o Noite a fora.
Ela passou uma matéria sobre um motel ( não sei o nome nem onde, boooooa).
Na matéria ela mostrou duas suítes. Uma era toda elegante, com uma cama
feita dentro de um piano, um chuveiro daqueles que mandam água em
todas as direções, massageando e seu corpo e coisas assim.
O outro era foda. A maioria dos móveis e paredes feitos com bambu.
Uma parede com bambu e vidro muito linda. Mas o especial eram as brincadeiras.
No banheiro, ao lado do papel higiênico e preso a parede, uma espécie de
game boy, para você se divertir enquanto esta lá, fazendo o que a natureza
manda. Um computador ligado a internet na sala. Uma banheira com hidro.
Uma piscina com um tobogã muito loko. E, para fechar, duas camas.
Era quase a casa que eu gostaria de ter ( hehehe). Acho que o legal desta
suíte é ir de galera. Quem topa?
=P
Dinheiro e suas devidas Cagadas
Estou lendo 3 livros atualmente.
O do Hawking ( Universo na casca de uma noz), um outro
que faz uma análise de símbolos e mitos no filme Silêncio dos Inocentes e um
último que eu estava achando o piorzinho. Terror contra o estado nacional.
O livro tratava dos assuntos deixados de lado, ou escondidos, ou mesmo
esquecidos, ligados aos atentados de 11 de setembro.
Tá, nada de muito bom, certo? Paranóia, talvez?
Pode até ser, mas comecei a pegar gosto pelo livro pelo o que eu
contar a seguir.
Em 1929, ocorreu a quebra da bolsa de NY, o que acarretou
uma série de eventos econômicos, causando quebras, perdas
de quantias impensadas. Caos econômico sem escalas.
Em 1932/33 assume nos EUa o presidente Roosevelt com o
New deal. Os duros ataques de Roosevelt aos banqueiros
de Wall Street pareciam estar de acordo com as diretrizes que o
economista alemão Dr. Wilhelm Lautenbach vinha propondo
ao governo do chanceler Kurt von Schleicher, o que aproximava
uma aliança entre americanos e alemães.
Com medo que fosse rompida a relação especial entre os ingleses
e os americanos, a Inglaterra com ajuda do "mago das finanças"
alemão e futuro ministro nazista Hjalmar Schacht, desestablizaram
e derrubaram o governo von Schleicher, ao mesmo tempo em que
fortaleciam o Partido nazista, que andava desacreditado depois da
derrota nas eleições. Desta forma Adolf Hitler pode chegar ao poder
em janeiro de 1933.
Bom, o resto é história.
Estou lendo 3 livros atualmente.
O do Hawking ( Universo na casca de uma noz), um outro
que faz uma análise de símbolos e mitos no filme Silêncio dos Inocentes e um
último que eu estava achando o piorzinho. Terror contra o estado nacional.
O livro tratava dos assuntos deixados de lado, ou escondidos, ou mesmo
esquecidos, ligados aos atentados de 11 de setembro.
Tá, nada de muito bom, certo? Paranóia, talvez?
Pode até ser, mas comecei a pegar gosto pelo livro pelo o que eu
contar a seguir.
Em 1929, ocorreu a quebra da bolsa de NY, o que acarretou
uma série de eventos econômicos, causando quebras, perdas
de quantias impensadas. Caos econômico sem escalas.
Em 1932/33 assume nos EUa o presidente Roosevelt com o
New deal. Os duros ataques de Roosevelt aos banqueiros
de Wall Street pareciam estar de acordo com as diretrizes que o
economista alemão Dr. Wilhelm Lautenbach vinha propondo
ao governo do chanceler Kurt von Schleicher, o que aproximava
uma aliança entre americanos e alemães.
Com medo que fosse rompida a relação especial entre os ingleses
e os americanos, a Inglaterra com ajuda do "mago das finanças"
alemão e futuro ministro nazista Hjalmar Schacht, desestablizaram
e derrubaram o governo von Schleicher, ao mesmo tempo em que
fortaleciam o Partido nazista, que andava desacreditado depois da
derrota nas eleições. Desta forma Adolf Hitler pode chegar ao poder
em janeiro de 1933.
Bom, o resto é história.
Fiqui com medo, achei que ia sair a Delirio, ou o Destruição, ou até mesmo o Destino, mas não esperava este resultado... até que tem um pouco a ver.

Which Member of the Endless Are You?
Which Member of the Endless Are You?
terça-feira, outubro 29, 2002
Dias Estranhos
Final de semana bom. Baladas, cinema, muita comida,
mais baladas e até mesmo tempo para RPG, ler e ver um
videozinho.
O Abril Despedaçado é bom.
Ainda preferi o Invasor, mas
isso não tira os méritos do Abril.
O Walter Sales continua dirigindo bem os atores mirins,
gostei muito da atuação do "Pacú". E desta vez, apesar
de ser uma região muito parecida com o doCentral,
ele soube ousar mais na camera e teve muita felicidade
na cor das cenas.
No sábado eu fui na Liberdade com um pessoal e de noite
teve a segunda "Oktober Fest" da Turma do Poker.
Foi um dia muito estranho. Primeiro porque de manhã eu
não queria muito sair da cama, mas me forcei a tal, pela
oportunidade de ver o pessoal e, principalmente, pelo
Yakisoba.
Talvez pelo fato de ter me forçado a ir, eu tenha decidido
virar um mala, que no fundo era mais para engraçado mesmo.
Voltei para casa, dormi duas horinhas e fui para a festa,
onde apesar de conhecer quase todo mundo, me senti meio
perdido. Não sabia com quem conversar, não tinha o que
conversar e as pessoas que eu queria conversar pareciam
sempre ocupadas.
Não sei, acho que talvez tivesse sido um bom dia para ficar
em casa.
Tinha outras coisas boas para postar hoje, mas tenho
sono e vai ficar para amanhã
Bom sonhos e que vocês tenham mais sorte com
Lord Morpheus do que eu tenho tido.
Final de semana bom. Baladas, cinema, muita comida,
mais baladas e até mesmo tempo para RPG, ler e ver um
videozinho.
O Abril Despedaçado é bom.
Ainda preferi o Invasor, mas
isso não tira os méritos do Abril.
O Walter Sales continua dirigindo bem os atores mirins,
gostei muito da atuação do "Pacú". E desta vez, apesar
de ser uma região muito parecida com o doCentral,
ele soube ousar mais na camera e teve muita felicidade
na cor das cenas.
No sábado eu fui na Liberdade com um pessoal e de noite
teve a segunda "Oktober Fest" da Turma do Poker.
Foi um dia muito estranho. Primeiro porque de manhã eu
não queria muito sair da cama, mas me forcei a tal, pela
oportunidade de ver o pessoal e, principalmente, pelo
Yakisoba.
Talvez pelo fato de ter me forçado a ir, eu tenha decidido
virar um mala, que no fundo era mais para engraçado mesmo.
Voltei para casa, dormi duas horinhas e fui para a festa,
onde apesar de conhecer quase todo mundo, me senti meio
perdido. Não sabia com quem conversar, não tinha o que
conversar e as pessoas que eu queria conversar pareciam
sempre ocupadas.
Não sei, acho que talvez tivesse sido um bom dia para ficar
em casa.
Tinha outras coisas boas para postar hoje, mas tenho
sono e vai ficar para amanhã
Bom sonhos e que vocês tenham mais sorte com
Lord Morpheus do que eu tenho tido.
quarta-feira, outubro 23, 2002
Amores Brutos
Não vou falar do filme. Apesar de ter adorado.
Filme bom, forte, recomendado :D.
Estava ontem de tarde assistindo qualquer
bobagem na televisão, quando passei pela
cartoon. Estava passando Sakura Card
Captor. Lembrei do tempo em que metade
das pessoas que eu conhecia eram viciadas nesse
anime e fiquei assistindo um pouco.
Para vocês entenderem melhor vou explicar um
pouquinho os personagens e a situação.
Sakura é uma menina boazinha, e a heroína.
Tomoe é a prima da Sakura e ama ela de verdade
e é sua fã número 1.
Shoran é um menino que entrou na escola a pouco
tempo e também tem habilidades mágicas.
Mai Lin é a prima do Shoran que veio de Hong Kong
e é apaixonada por ele.
Pronto. Explicado os personagens, vem a cena que
eu assisti ontem. Depois de uma tarde agitada,
Shoran foi a casa de sua prima para cumprir um
acordo que tinha com ela.
Foi porque tinha de contar a ela que gostava de
outra menina agora... Sakura.
Mai Lin saiu correndo de sua casa direto para a de
Tomoe e começa a chorar em seu colo.
"Por que ele foi gostar da Sakura?
Agora ele não é mais meu.
O pior é que eu não posso nem odiar a Sakura.
Ela é uma menina tão boa.
Eu gosto da Sakura.
Agora consigo ver porque o Shoran foi gostar dela.
Mas eu viajei de volta para casa,
e perdi o Shoran."
Uma cena que eu já vi tantas vezes
Uma impotência que eu já senti tantas vezes
Numa serie considerada para crianças.
---x0x0x0x0---------------------------------------------------------------------
Assisti ontem, de novo, o Máquina do Tempo.
Não é bom, mas algumas idéias e imagens me fascinam.
Vou começar a ler hoje o conto do H.G.Wells para ver se
o filme foi uma grande lástima.
Aluguei o Abril despedaçado também,
assisto hoje.
Música da semana: Vanessa Carlton - A Thousand Miles
-------------------------------------------------------------------x0x0x0x0------------------------
ps. tinha parado de postar porque o blogspot tinha bugado =*(
Não vou falar do filme. Apesar de ter adorado.
Filme bom, forte, recomendado :D.
Estava ontem de tarde assistindo qualquer
bobagem na televisão, quando passei pela
cartoon. Estava passando Sakura Card
Captor. Lembrei do tempo em que metade
das pessoas que eu conhecia eram viciadas nesse
anime e fiquei assistindo um pouco.
Para vocês entenderem melhor vou explicar um
pouquinho os personagens e a situação.
Sakura é uma menina boazinha, e a heroína.
Tomoe é a prima da Sakura e ama ela de verdade
e é sua fã número 1.
Shoran é um menino que entrou na escola a pouco
tempo e também tem habilidades mágicas.
Mai Lin é a prima do Shoran que veio de Hong Kong
e é apaixonada por ele.
Pronto. Explicado os personagens, vem a cena que
eu assisti ontem. Depois de uma tarde agitada,
Shoran foi a casa de sua prima para cumprir um
acordo que tinha com ela.
Foi porque tinha de contar a ela que gostava de
outra menina agora... Sakura.
Mai Lin saiu correndo de sua casa direto para a de
Tomoe e começa a chorar em seu colo.
"Por que ele foi gostar da Sakura?
Agora ele não é mais meu.
O pior é que eu não posso nem odiar a Sakura.
Ela é uma menina tão boa.
Eu gosto da Sakura.
Agora consigo ver porque o Shoran foi gostar dela.
Mas eu viajei de volta para casa,
e perdi o Shoran."
Uma cena que eu já vi tantas vezes
Uma impotência que eu já senti tantas vezes
Numa serie considerada para crianças.
---x0x0x0x0---------------------------------------------------------------------
Assisti ontem, de novo, o Máquina do Tempo.
Não é bom, mas algumas idéias e imagens me fascinam.
Vou começar a ler hoje o conto do H.G.Wells para ver se
o filme foi uma grande lástima.
Aluguei o Abril despedaçado também,
assisto hoje.
Música da semana: Vanessa Carlton - A Thousand Miles
-------------------------------------------------------------------x0x0x0x0------------------------
ps. tinha parado de postar porque o blogspot tinha bugado =*(
sexta-feira, outubro 18, 2002
O Legal do Invasor é o estilo.
Já a história deixa um pouco a desejar. E pra piorar, mostrou que
as auréolas da Mariana Ximenez são feias. ( que azar).
Que venha agora Abril Despedaçado.
Tivémos uma discussão razoável sobre os dois durante uma aula e
o final não foi tão razoável.
Na verdade, conversei muito sobre filmes hoje, o que deu um ar
mais gostoso ao dia. Falei um pouco com o pessoal sobre os
filmes dos Coehn, do Buñuel, do Kieslowski. Sobre Matrix,
Outra história amercana, Beleza Americana, Clube da luta,
Magnólia.
E pra fechar bem o dia, terminamos, eu o frog e a minha
irmã lendo contos e poesias um dos outros.
BAH! Estou sendo jantado por pernilongos.
O incrível é que eles usam estrategias e até mesmo formações
de ataque SOCORRO!!!
Já a história deixa um pouco a desejar. E pra piorar, mostrou que
as auréolas da Mariana Ximenez são feias. ( que azar).
Que venha agora Abril Despedaçado.
Tivémos uma discussão razoável sobre os dois durante uma aula e
o final não foi tão razoável.
Na verdade, conversei muito sobre filmes hoje, o que deu um ar
mais gostoso ao dia. Falei um pouco com o pessoal sobre os
filmes dos Coehn, do Buñuel, do Kieslowski. Sobre Matrix,
Outra história amercana, Beleza Americana, Clube da luta,
Magnólia.
E pra fechar bem o dia, terminamos, eu o frog e a minha
irmã lendo contos e poesias um dos outros.
BAH! Estou sendo jantado por pernilongos.
O incrível é que eles usam estrategias e até mesmo formações
de ataque SOCORRO!!!
quarta-feira, outubro 16, 2002
Rapidinhas
Num futuro não muito distante eu posto outros contos.
Conforme eles forem aparecendo.
----------------------------------------------------------------------
Descobri o que está fazendo aparecer estas tarjas
antes dos blogs recomendados. São os blogs do ig.
Contem o número de tarjas e os bligs. São 8!
E sempre que eu adiciono mais um do blig, mais uma
tarja aparece. O pior é que eu não sei o porque disso.
---------------------------------------------------------------------------
Começou o IBP ( Insane Blog Project).
Acho que vai ser um blog bem divertido. Vejam se dão uma passada lá,
quem sabe vocês não acabam fazendo parte dessa festa.
----------------------------------------------------------------------------
4 longos meses de treino e em dois dias,
tudo se resumir a um quarto lugar.
E agora? Continuo?
Acho que sim. Vamos ver até onde.
------------------------------------------------------------------------------
Meninas, burrei!
Passeando pela net de novo, encontrei o blog que o
Pavu tinha me contado.
Vai o link delas e de uma matéria que eu li a partir do blog delas
Burras Para Caralho.
o da matéria
Nerds Mandam bem.
-------------------------------------------------------------------------
Aluguei o Invasor. Muito bom. Vou revê-lo e posto mais
aqui no blog.
Saíram dois outros filmes. Um do Tom Tykwer (do Corra Lola,
corra) e um do Sam Mendes ( beleza Americana).
A critica falou mal de ambos, mas vou vê-los mesmo assim.
O do Sam Mendes chama "Road To Perdition" e é com o
Tom Hanks, Paul Newman e o incrivel Jude Law. E é baseado
numa graphic novel de mesmo nome.
O do Tom Tykwer chama-se "Heaven" e tem roteiro de
Krzysztof Kieslowski ( Trilogia das Cores, entre outras obras).
Com Cate Blachett e Giovani Ribisi. A critica foi mais contundente
quanto ao fato do filme fugir do roteiro de Kieslowski e não questionar
um ato criminoso.
------------------------------------------------------------------------------
Amanhã eu volto e escrevo algo mais sério.
Estou com muita vontade de escrever, mas o calor não favorece.
Num futuro não muito distante eu posto outros contos.
Conforme eles forem aparecendo.
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Descobri o que está fazendo aparecer estas tarjas
antes dos blogs recomendados. São os blogs do ig.
Contem o número de tarjas e os bligs. São 8!
E sempre que eu adiciono mais um do blig, mais uma
tarja aparece. O pior é que eu não sei o porque disso.
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Começou o IBP ( Insane Blog Project).
Acho que vai ser um blog bem divertido. Vejam se dão uma passada lá,
quem sabe vocês não acabam fazendo parte dessa festa.
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4 longos meses de treino e em dois dias,
tudo se resumir a um quarto lugar.
E agora? Continuo?
Acho que sim. Vamos ver até onde.
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Meninas, burrei!
Passeando pela net de novo, encontrei o blog que o
Pavu tinha me contado.
Vai o link delas e de uma matéria que eu li a partir do blog delas
Burras Para Caralho.
o da matéria
Nerds Mandam bem.
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Aluguei o Invasor. Muito bom. Vou revê-lo e posto mais
aqui no blog.
Saíram dois outros filmes. Um do Tom Tykwer (do Corra Lola,
corra) e um do Sam Mendes ( beleza Americana).
A critica falou mal de ambos, mas vou vê-los mesmo assim.
O do Sam Mendes chama "Road To Perdition" e é com o
Tom Hanks, Paul Newman e o incrivel Jude Law. E é baseado
numa graphic novel de mesmo nome.
O do Tom Tykwer chama-se "Heaven" e tem roteiro de
Krzysztof Kieslowski ( Trilogia das Cores, entre outras obras).
Com Cate Blachett e Giovani Ribisi. A critica foi mais contundente
quanto ao fato do filme fugir do roteiro de Kieslowski e não questionar
um ato criminoso.
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Amanhã eu volto e escrevo algo mais sério.
Estou com muita vontade de escrever, mas o calor não favorece.
quinta-feira, outubro 10, 2002
Esta bruto ainda. Não tive nem mesmo tempo para
reler e tentar encontrar erros. De qualquer maneira
contem a essência do que pretendia passar.
Fim.
Sentou-se de frente para sua escrivaninha e pôs-se a olhar pela janela a bela noite que surgia. Os negros cabelos teimavam em cair sobre seus olhos e ela os afastava com o mesmo movimento repetido. As estrelas apareciam aos poucos, como se a primeira tivesse visto algo incrível e havia ido buscar as outras, que curiosas olhavam para baixo a procura de algo espetacular.
Chamava-se Gisele, mas este era apenas o nome que haviam dado a ela. Preferia qualquer outro, e o que melhor se adequara era Insônia. Nome que utilizara tantas vezes antes de hoje nos bate papos na internet. Nome que por tantas vezes fora chamada ao telefone. Nome que por tantas vezes fora dito em seu ouvido em meio a respirações e gemidos. Nome que se registrara em sua personalidade e era o que era, era Insônia.
A tela de seu computador brilha a sua frente, mas hoje ela não a nota. Seus olhos brilhavam perdidos ao mar negro a sua frente. Sentia-se novamente pequena e feliz. Lembrava-se de como seus pés balançavam sentada no capo do velho opala da família. De como as brincadeiras com o pessoal da rua eram gostosas. Lembrava do esconde-esconde, da amarelinha, dos jogos de taco, das idas a praia. Sua memória corria solta. Seus pequenos olhos de um preto quase azulado pareciam rodopiar, como se estivesse vendo cada uma das cenas. Como se estivesse vivendo cada uma das cenas.
O mundo a havia estragado. Não tinha mais horário. Não fazia mais nada físico. Perdera os amigos, alguns para o trabalho, outros para o estudo, outros para a distância e talvez todos para a preguiça. Perdera algumas outras coisas, talvez banais. Perdera o amor, perdera a capacidade de se importar. Sentia-se distante de todos e de seus sofrimentos. Seguia o que seu corpo pedia. Comia quando havia necessidade. Beijava e fazia sexo quando nem mesmo sua mente escapava da urgência.
Não contava mais o nome de todos que haviam a beijado. Beijar. Como isso lhe fora importante. Como gostava de sentar ao lado do seu pequeno amor secreto. De ouvi-lo respirar. De ver como seus olhos brilhavam enquanto falava. De roçar, mesmo que sem querer, o braço com o dele. E como partira seu mundo quando ele a beijou e foi embora, junto com a mudança de sua família.
Já havia caminhado em todas as direções. Já havia amado homens mais novos, mais velhos, mulheres, crianças, animais. Qualquer um que mostrasse a menor fagulha de amor pela vida. Qualquer um que parecesse entende-la. E sofria.
Então se fechou no seu pequeno mundo. Trancafiou-se num mundo de apelidos, onde ninguém era muito bem o que era, e ao mesmo tempo, eram todos a imagem do que gostariam de ser.
Mas nada disso importava agora. Havia se perdido em pequenas lembranças de um tempo quase esquecido. Num tempo em que era feliz, mesmo que a felicidade fosse algo que não tivesse conhecimento naquela época.
“Se vamos morrer, que seja cada um no momento mais feliz. Que seja em nossa infância onde tínhamos toda a nossa vida. Onde tínhamos esperança”. Pensou.
“Em cada quarto, em cada casa, em cada móvel que alguém estivesse sobre, havia uma pequena fagulha, um brilho único. Um sentimento nostálgico tomava a cada ser humano, onde quer que estivesse. Um sorriso tardio surgia nos lábios de cada um e em alguns, algumas lágrimas brotavam, já secas, de seus olhos. Todos largavam tudo que estavam fazendo e deixavam a mente, cada vez mais enferrujada para estes assuntos, viajar, se perder num mundo criado por elas mesmas, em tempos, para alguns, tão obscurecidos.
Muitos acidentes aconteceram, mas ninguém percebeu. Nenhum dos envolvidos sentiu nada, pois a onda nostálgica havia coberto todos, e ninguém mais se importava.
Sem que chamasse atenção, o manto negro avançou e cobriu tudo. O fim havia chegado, mas todos viviam melhores épocas agora, do que esta.
reler e tentar encontrar erros. De qualquer maneira
contem a essência do que pretendia passar.
Fim.
Sentou-se de frente para sua escrivaninha e pôs-se a olhar pela janela a bela noite que surgia. Os negros cabelos teimavam em cair sobre seus olhos e ela os afastava com o mesmo movimento repetido. As estrelas apareciam aos poucos, como se a primeira tivesse visto algo incrível e havia ido buscar as outras, que curiosas olhavam para baixo a procura de algo espetacular.
Chamava-se Gisele, mas este era apenas o nome que haviam dado a ela. Preferia qualquer outro, e o que melhor se adequara era Insônia. Nome que utilizara tantas vezes antes de hoje nos bate papos na internet. Nome que por tantas vezes fora chamada ao telefone. Nome que por tantas vezes fora dito em seu ouvido em meio a respirações e gemidos. Nome que se registrara em sua personalidade e era o que era, era Insônia.
A tela de seu computador brilha a sua frente, mas hoje ela não a nota. Seus olhos brilhavam perdidos ao mar negro a sua frente. Sentia-se novamente pequena e feliz. Lembrava-se de como seus pés balançavam sentada no capo do velho opala da família. De como as brincadeiras com o pessoal da rua eram gostosas. Lembrava do esconde-esconde, da amarelinha, dos jogos de taco, das idas a praia. Sua memória corria solta. Seus pequenos olhos de um preto quase azulado pareciam rodopiar, como se estivesse vendo cada uma das cenas. Como se estivesse vivendo cada uma das cenas.
O mundo a havia estragado. Não tinha mais horário. Não fazia mais nada físico. Perdera os amigos, alguns para o trabalho, outros para o estudo, outros para a distância e talvez todos para a preguiça. Perdera algumas outras coisas, talvez banais. Perdera o amor, perdera a capacidade de se importar. Sentia-se distante de todos e de seus sofrimentos. Seguia o que seu corpo pedia. Comia quando havia necessidade. Beijava e fazia sexo quando nem mesmo sua mente escapava da urgência.
Não contava mais o nome de todos que haviam a beijado. Beijar. Como isso lhe fora importante. Como gostava de sentar ao lado do seu pequeno amor secreto. De ouvi-lo respirar. De ver como seus olhos brilhavam enquanto falava. De roçar, mesmo que sem querer, o braço com o dele. E como partira seu mundo quando ele a beijou e foi embora, junto com a mudança de sua família.
Já havia caminhado em todas as direções. Já havia amado homens mais novos, mais velhos, mulheres, crianças, animais. Qualquer um que mostrasse a menor fagulha de amor pela vida. Qualquer um que parecesse entende-la. E sofria.
Então se fechou no seu pequeno mundo. Trancafiou-se num mundo de apelidos, onde ninguém era muito bem o que era, e ao mesmo tempo, eram todos a imagem do que gostariam de ser.
Mas nada disso importava agora. Havia se perdido em pequenas lembranças de um tempo quase esquecido. Num tempo em que era feliz, mesmo que a felicidade fosse algo que não tivesse conhecimento naquela época.
“Se vamos morrer, que seja cada um no momento mais feliz. Que seja em nossa infância onde tínhamos toda a nossa vida. Onde tínhamos esperança”. Pensou.
“Em cada quarto, em cada casa, em cada móvel que alguém estivesse sobre, havia uma pequena fagulha, um brilho único. Um sentimento nostálgico tomava a cada ser humano, onde quer que estivesse. Um sorriso tardio surgia nos lábios de cada um e em alguns, algumas lágrimas brotavam, já secas, de seus olhos. Todos largavam tudo que estavam fazendo e deixavam a mente, cada vez mais enferrujada para estes assuntos, viajar, se perder num mundo criado por elas mesmas, em tempos, para alguns, tão obscurecidos.
Muitos acidentes aconteceram, mas ninguém percebeu. Nenhum dos envolvidos sentiu nada, pois a onda nostálgica havia coberto todos, e ninguém mais se importava.
Sem que chamasse atenção, o manto negro avançou e cobriu tudo. O fim havia chegado, mas todos viviam melhores épocas agora, do que esta.
Não aguentei e resolvi colocar outra
música da Fiona aqui. Acho que ouvi ela
umas 4 vezes nos últimos 20 minutos.
Essa já é do segundo cd dela:
Paper Bag
Fiona Apple - When the Pawn..
I was staring at the sky, just looking for a star
To pray on, or wish on, or something like that
I was having a sweet fix of a daydream of a boy
Whose reality I knew, was a hopeless to be had
But then the dove of hope began its downward slope
And I believed for a moment that my chances
Were approaching to be grabbed
But as it came down near, so did a weary tear
-I thought it was a bird, but it was just a paper bag
-Hunger hurts, and I want him so bad, oh it kills
Cuz I know I’m a mess he don’t wanna clean up
I got to fold cuz these hands are too shaky to hold
-Hunger hurts, but starving works, when it costs too much to love
And I went crazy again today, looking for a strand to climb
Looking for a little hope
Baby said he couldn’t stay, wouldn’t put his lips to mine,
And a fail to kiss is a fail to cope
I said, ‘Honey, I don’t feel so good, don’t feel justified
Come on put a little love here in my void,’ - he said
‘It’s all in your head,’ and I said, ‘So’s everything’ -
But he didn’t get it - I thought he was a man
But he was just a little boy
-Hunger hurts, and I want him so bad, oh it kills
Cuz I know I’m a mess he don’t wanna clean up
I got to fold cuz these hands are too shaky to hold
-Hunger hurts, but starving works, when it costs too much to love
-Hunger hurts, and I want him so bad, oh it kills
Cuz I know I’m a mess he don’t wanna clean up
I got to fold cuz these hands are too shaky to hold
-Hunger hurts, but starving works, when it costs too much to love
música da Fiona aqui. Acho que ouvi ela
umas 4 vezes nos últimos 20 minutos.
Essa já é do segundo cd dela:
Paper Bag
Fiona Apple - When the Pawn..
I was staring at the sky, just looking for a star
To pray on, or wish on, or something like that
I was having a sweet fix of a daydream of a boy
Whose reality I knew, was a hopeless to be had
But then the dove of hope began its downward slope
And I believed for a moment that my chances
Were approaching to be grabbed
But as it came down near, so did a weary tear
-I thought it was a bird, but it was just a paper bag
-Hunger hurts, and I want him so bad, oh it kills
Cuz I know I’m a mess he don’t wanna clean up
I got to fold cuz these hands are too shaky to hold
-Hunger hurts, but starving works, when it costs too much to love
And I went crazy again today, looking for a strand to climb
Looking for a little hope
Baby said he couldn’t stay, wouldn’t put his lips to mine,
And a fail to kiss is a fail to cope
I said, ‘Honey, I don’t feel so good, don’t feel justified
Come on put a little love here in my void,’ - he said
‘It’s all in your head,’ and I said, ‘So’s everything’ -
But he didn’t get it - I thought he was a man
But he was just a little boy
-Hunger hurts, and I want him so bad, oh it kills
Cuz I know I’m a mess he don’t wanna clean up
I got to fold cuz these hands are too shaky to hold
-Hunger hurts, but starving works, when it costs too much to love
-Hunger hurts, and I want him so bad, oh it kills
Cuz I know I’m a mess he don’t wanna clean up
I got to fold cuz these hands are too shaky to hold
-Hunger hurts, but starving works, when it costs too much to love
Me dêem sua opinião:
Vocês acham que as pessoas que sentam no ônibus e
ficam olhando pra fora são pessoas introspectivas,
que, assim, tentam não participar no que ocorre no
coletivo e tampouco estão interessadas no que está
na rua, prestando mais atenção aos seus pensamentos,
deixando a mente divagar. Enquanto as pessoas que
ficam encarando as que entram, prestando atenção no
que ocorre dentro do ônibus para aproveitar qualquer
situação para puxar conversa são pessoas extrovertidas?
Só a letra da música que está tocando aqui:
Never is a Promise
Fiona Apple - Tidal
You'll never see the courage I know
Its colors' richness won't appear within your view
I'll never glow - the way that you glow
Your presence dominates the judgments made on you
But as the scenery grows, I see in different lights
The shades and shadows undulate in my perception
My feelings swell and stretch; I see from greater heights
I understand what I am still too proud to mention - to you
You'll say you understand, but You don't understand
You'll say you'd never give up seeing eye to eye
But never is a promise, and you can't afford to lie
You'll never touch - these things that I hold
The skin of my emotions lies beneath my own
You'll never feel the heat of this soul
My fever burns me deeper than I've ever shown - to you
You'll say, Don't fear your dreams, it's easier than it seems
You'll say you'd never let me fall from hopes so high
But never is a promise and you can't afford to lie
You'll never live the life that I live
I'll never live the life that wakes me in the night
You'll never hear the message I give
You'll say it looks as though I might give up this fight
But as the scenery grows, I see in different lights
The shades and shadows undulate in my perception
My feelings swell and stretch, I see from greater heights
I realize what I am now too smart to mention - to you
You'll say you understand, you'll never understand
I'll say I'll never wake up knowing how or why
I don't know what to believe in, you don't know who I am
You'll say I need appeasing when I start to cry
But never is a promise and I'll never need a lie
------------------------------------------------------------------------------------
ps. Tinha um monte de pensamentos como esse antigamente.
Um exemplo era que eu achava( ainda acho um pouco) que os
sentidos funcionavam todos pela mesma energia, então, quando
você queria usar um deles melhor, devia parar de usar um pouco
o outro. Um exemplo para isso são os cantores que quando vão
para as notas mais difíceis fecham os olhos.
ps2. Fê, prometo que devolvo seu cd da Fiona logo mais =D
Vocês acham que as pessoas que sentam no ônibus e
ficam olhando pra fora são pessoas introspectivas,
que, assim, tentam não participar no que ocorre no
coletivo e tampouco estão interessadas no que está
na rua, prestando mais atenção aos seus pensamentos,
deixando a mente divagar. Enquanto as pessoas que
ficam encarando as que entram, prestando atenção no
que ocorre dentro do ônibus para aproveitar qualquer
situação para puxar conversa são pessoas extrovertidas?
Só a letra da música que está tocando aqui:
Never is a Promise
Fiona Apple - Tidal
You'll never see the courage I know
Its colors' richness won't appear within your view
I'll never glow - the way that you glow
Your presence dominates the judgments made on you
But as the scenery grows, I see in different lights
The shades and shadows undulate in my perception
My feelings swell and stretch; I see from greater heights
I understand what I am still too proud to mention - to you
You'll say you understand, but You don't understand
You'll say you'd never give up seeing eye to eye
But never is a promise, and you can't afford to lie
You'll never touch - these things that I hold
The skin of my emotions lies beneath my own
You'll never feel the heat of this soul
My fever burns me deeper than I've ever shown - to you
You'll say, Don't fear your dreams, it's easier than it seems
You'll say you'd never let me fall from hopes so high
But never is a promise and you can't afford to lie
You'll never live the life that I live
I'll never live the life that wakes me in the night
You'll never hear the message I give
You'll say it looks as though I might give up this fight
But as the scenery grows, I see in different lights
The shades and shadows undulate in my perception
My feelings swell and stretch, I see from greater heights
I realize what I am now too smart to mention - to you
You'll say you understand, you'll never understand
I'll say I'll never wake up knowing how or why
I don't know what to believe in, you don't know who I am
You'll say I need appeasing when I start to cry
But never is a promise and I'll never need a lie
------------------------------------------------------------------------------------
ps. Tinha um monte de pensamentos como esse antigamente.
Um exemplo era que eu achava( ainda acho um pouco) que os
sentidos funcionavam todos pela mesma energia, então, quando
você queria usar um deles melhor, devia parar de usar um pouco
o outro. Um exemplo para isso são os cantores que quando vão
para as notas mais difíceis fecham os olhos.
ps2. Fê, prometo que devolvo seu cd da Fiona logo mais =D
terça-feira, outubro 08, 2002
Ainda amigos?
Meu pai sofreu muito nos últimos tempos.
Um dos caras que ele considerava seu amigo mais próximo,
lhe virou as costas num dos momentos mais difíceis da vida
dele ( e da nossa conseqüentemente). Pouco tempo depois, um
dos amigos que o conhecia a mais tempo, morreu. Deixando
uma profunda marca nele, que se sente um pouco sem amigos,
ou melhor, sem amigos em que ele possa confiar.
Gostaria de pensar que isso não vai me acontecer. Que, talvez,
tenha feito amizades e vínculos mais profundos que meu pai fez
durante sua vida. Mas, o tempo foi passando, e as vezes eu sinto
que os passos meus e de cada um dos meus amigos
seguem caminhos diferentes e, por vezes, quase opostos.
Sinto, que aos poucos, somos esfacelados e o que
éramos torna-se uma foto tremida e mal revelada, quase fugida.
Muitas vezes me questionei sobre o que havia conosco, de como
os tempos de outrora eram melhores, mais providos e mais cheios
de alegria e possibilidades. Olho com descrença para a podridão
que nos cerca. Como chegamos a isso? Como perdemos nossos
laços?
Mas tenho encarado da forma errada. Nossos amigos, os antigos,
os novos, os que sumiram, os que constantemente aparecem.
Todos eles fazem parte de mim, e assim, de cada um deles. Todos
são parte do meu ( e quando digo meu, é com orgulho,
pois todos o merecem) pessoal. Todos fizeram por merecer fazer
parte disto.
É claro que temos nossos defeitos, mas sempre tivemos, eles só
foram mudando. Alguns se tornaram mais sombrios, outros mais
amenos. Mas, quando olho no rosto de algum deles e vejo que ele
acompanhou meu pensamento e está sorrindo pelos mesmo motivo,
como pessoas que se conhecem a tanto tempo (e não é assim
mesmo?), sei que não estamos sozinhos e que poderá chegar a
idade, poderão chegar as novas dificuldades, nós sempre estaremos
nos pensamentos uns dos outros.
Espero que todos se lembrem disso.
Meu pai sofreu muito nos últimos tempos.
Um dos caras que ele considerava seu amigo mais próximo,
lhe virou as costas num dos momentos mais difíceis da vida
dele ( e da nossa conseqüentemente). Pouco tempo depois, um
dos amigos que o conhecia a mais tempo, morreu. Deixando
uma profunda marca nele, que se sente um pouco sem amigos,
ou melhor, sem amigos em que ele possa confiar.
Gostaria de pensar que isso não vai me acontecer. Que, talvez,
tenha feito amizades e vínculos mais profundos que meu pai fez
durante sua vida. Mas, o tempo foi passando, e as vezes eu sinto
que os passos meus e de cada um dos meus amigos
seguem caminhos diferentes e, por vezes, quase opostos.
Sinto, que aos poucos, somos esfacelados e o que
éramos torna-se uma foto tremida e mal revelada, quase fugida.
Muitas vezes me questionei sobre o que havia conosco, de como
os tempos de outrora eram melhores, mais providos e mais cheios
de alegria e possibilidades. Olho com descrença para a podridão
que nos cerca. Como chegamos a isso? Como perdemos nossos
laços?
Mas tenho encarado da forma errada. Nossos amigos, os antigos,
os novos, os que sumiram, os que constantemente aparecem.
Todos eles fazem parte de mim, e assim, de cada um deles. Todos
são parte do meu ( e quando digo meu, é com orgulho,
pois todos o merecem) pessoal. Todos fizeram por merecer fazer
parte disto.
É claro que temos nossos defeitos, mas sempre tivemos, eles só
foram mudando. Alguns se tornaram mais sombrios, outros mais
amenos. Mas, quando olho no rosto de algum deles e vejo que ele
acompanhou meu pensamento e está sorrindo pelos mesmo motivo,
como pessoas que se conhecem a tanto tempo (e não é assim
mesmo?), sei que não estamos sozinhos e que poderá chegar a
idade, poderão chegar as novas dificuldades, nós sempre estaremos
nos pensamentos uns dos outros.
Espero que todos se lembrem disso.
O Sabor... mas a que preço?
É uma coisa tão obvia que, acredito, as pessoas dificilmente
param para pensar nisso. De qualquer forma, por coisas que
andam acontecendo, resolvi escrever um post sobre isso.
(e aproveitar pra testar novas cores =D ).
Quanto menos se tem, mais gostoso fica quando se tem algo.
Quanto mais se tem, menos se dá valor.
Quando você ganha uma competição pela primeira vez, parece
que cada gota do seu suor, cada hora perdida em cima daquilo,
é uma pequena parcela da sua alegria naquele momento.
Agora, quando você é o campeão mundial pela ducentésima vez,
você sai do campeonato, e vai comer uns tacos em algum lugar,
volta pra casa e dorme, ninguém quer mais saber que você é o
melhor do mundo de novo, nem você mesmo.
Quando se dá o primeiro beijo. Ou quando se tem namoricos
esporádicos, coisas poucas e significativas, cada beijo conta.
Todo o corpo parece tremer e se desfazer um pouco a cada toque,
a cada sorriso. Agora, quando se vai em qualquer balada e beija 8,
9 meninas, na mesma noite, você nem pensa muito sobre o assunto.
Sai andando, come no Am/Pm, dorme, e nem se quer se lembra do
nome delas no dia seguinte.
Quando se tem muito dinheiro, você vai numa balada, gasta 70 contos,
e nem lembra o que pediu. Compra um pedaço de pano por 200 reias,
guarda no armário, nunca usa, e ainda diz que está sem roupas.
Mas, quando a situação esta apertada, ir até a esquina de sua casa,
comprar uma Gini de limão e dividir com um amigo, acaba parecendo
a melhor coisa do mundo. Usar as mesmas roupas e agradecer por poder
lavar no final de semana faz parecer que nunca vai lhe faltar nada.
Quando apenas se encontra um dos amigos uma ou duas vezes num mês,
faz com que aproveitemos ao máximo o momento ao lado deles, que
conversemos até nos exaurimos, que realizemos o que eles significam para
nós. Enquanto, se os vemos todos os dias, quase o tempo todo, chegamos,
até mesmo, a não querer vê-los por algum tempo.
Ter pouco é melhor, mas é muito mais fácil quando se tem tudo.
É uma coisa tão obvia que, acredito, as pessoas dificilmente
param para pensar nisso. De qualquer forma, por coisas que
andam acontecendo, resolvi escrever um post sobre isso.
(e aproveitar pra testar novas cores =D ).
Quanto menos se tem, mais gostoso fica quando se tem algo.
Quanto mais se tem, menos se dá valor.
Quando você ganha uma competição pela primeira vez, parece
que cada gota do seu suor, cada hora perdida em cima daquilo,
é uma pequena parcela da sua alegria naquele momento.
Agora, quando você é o campeão mundial pela ducentésima vez,
você sai do campeonato, e vai comer uns tacos em algum lugar,
volta pra casa e dorme, ninguém quer mais saber que você é o
melhor do mundo de novo, nem você mesmo.
Quando se dá o primeiro beijo. Ou quando se tem namoricos
esporádicos, coisas poucas e significativas, cada beijo conta.
Todo o corpo parece tremer e se desfazer um pouco a cada toque,
a cada sorriso. Agora, quando se vai em qualquer balada e beija 8,
9 meninas, na mesma noite, você nem pensa muito sobre o assunto.
Sai andando, come no Am/Pm, dorme, e nem se quer se lembra do
nome delas no dia seguinte.
Quando se tem muito dinheiro, você vai numa balada, gasta 70 contos,
e nem lembra o que pediu. Compra um pedaço de pano por 200 reias,
guarda no armário, nunca usa, e ainda diz que está sem roupas.
Mas, quando a situação esta apertada, ir até a esquina de sua casa,
comprar uma Gini de limão e dividir com um amigo, acaba parecendo
a melhor coisa do mundo. Usar as mesmas roupas e agradecer por poder
lavar no final de semana faz parecer que nunca vai lhe faltar nada.
Quando apenas se encontra um dos amigos uma ou duas vezes num mês,
faz com que aproveitemos ao máximo o momento ao lado deles, que
conversemos até nos exaurimos, que realizemos o que eles significam para
nós. Enquanto, se os vemos todos os dias, quase o tempo todo, chegamos,
até mesmo, a não querer vê-los por algum tempo.
Ter pouco é melhor, mas é muito mais fácil quando se tem tudo.
terça-feira, outubro 01, 2002
Muitas coisas
Os meus posts tem tido um tamanho maiorzinho e tem
sido muitos num mesmo dia. Hoje não será muito diferente.
Ao menos colocarei tudo num mesmo post.
- Festa
Odeio ter festas de aniversário, mas adoro fazer uma festa.
Acho que é necessária um tipo de habilidade e uma pré-
disposição natural. São tantas coisas que lhe exigem antes
da festa, como achar um bom lugar, chamar todos, arrecadar
dinheiro, fazer as compras e, para que tudo sai certo, é
necessário algum raciocínio lógico, bom senso e uma boa
dose de carisma. Mas a pior parte é o durante a festa.
Precisa-se ter muita calma e preparo, porque, eu lhe garanto,
vão sair muitas coisas erradas durante ela. Fora o fato de que
você, organizador, provavelmente vai passar a festa toda correndo
de um lado para o outro, ajudando e arrumando o que for possível.
Vai rolar uma festa neste fim de semana. Provavelmente sexta.
Será na casa do Felipe e eu devo passar um bom dia lá dentro,
arrumando tudo. Mais detelhes nesse blog! =D
- Top10
Esta ai uma coisa que eu faço quase sem perceber.Faço sempre
que não estou pensando em algo importante (isto é, o tempo todo).
É um jeito fácil de organizar alguns pensamentos, e de dar uma
importância maior a coisas que merecem.
Fui no show do Angra/ CPM22 neste final de semana
passado, e começamos a fazer top10 de músicas e cds que mais
gostamos. Nossa! Se enumerar as dez bandas que eu mais gosto
já é difícil, quando vai pro micro, fica quase impossível.
Estou acabando os meus top10 para essas duas questões, e quando
estiver pronto, eu posto aqui.
Façam vocês também. =D
- Blogs!
Nossa! Existe toda uma sub-cultura nesse negócio de blog.
É muito legal como um blog leva a outro, que leva a outro,
que te ensina um negócio novo para você usar no seu blog,
que te manda para uma página que tem um monte de smiles
para os seus posts, e assim por diante.
Deixe-me levar nessa correnteza nesses últimos dias e, além
de ler bastante, descobri um monte de coisas legais.
Vou dar só um gostinho disso com dois testes que eu fiz através
desses blogs que eu visitei.
Que filme bom é você?
The Tosco Tests
- Filmes dos anos 80
Hoje tive a oportunidade de rever um filme que eu adorava (e temia)
quando criança. Força sinistra ou em inglês
Lifeforce. O filme, apesar de sequências muito
ruins, ainda é muito legal. Tem um toque de suspense, de ficção e
de terror, o que eu, pessoalmente, acho que é algo muito
comum nos filmes dos anos 80. Outra coisa legal, é reparar,
agora, o medo que os americanos tinham do comunismo retratado
nos filmes da época. Sempre tinha algo a haver com seres
do espaço, que agiam todos iguais e sem ter sentimentos.
Outro clássico que eu adoro, desta mesma época, é:
Invasores de Corpos. No primeiro filme que eu citei, a
idéia era que uma nave era atacada por vampiros que
sugam sua energia vital. Eles acabam com quase todos os
tripulantes da nave, deixando apenas um vivo, que a
fêmea do grupo havia se interessado e deixado vivo.
Acontece que eles o perseguem no caminho de
volta a Terra, e chegam a Londres. Além de sequências
dignas do jogo Resident Evil o filme
conta também com uma pequena participação de Patrick
Stweart( ator do teatro inglês, que também trabalhou no
cinema nos filmes de jornada nas estrelas - a nova geração, numa
refilmagem de Moby Dick e na adaptação dos quadrinhos X-men).
No segundo filme que citei, a história começa com uma
pequena semente caindo na Terra e germinando. Quando dela
nasce uma flor, uma menininha a recolhe e leva para casa.
O suspense começa quando a flor começa a sugar a energia
vital de quem está dormindo próxima a ela, matando quem dormia
e criando um novo ser, igual ao que morreu, porém, sem sentimentos
e com uns extras que eu não lembro mais tão bem. O enredo se
desenrola através de um grupo de amigos que descobre como
estes novos seres agem e começam a viver sem dormir, agindo
como eles para não serem descobertos.
Tem ainda um último filme ( esse eu não garanto que exista
mesmo, pode ter sido um sonho meu =D) que me lembro
apenas da cena do garoto abrindo a porta do seu quarto
e descobrindo que agora havia ali uma floresta imensa.
Muito legal esses filmes. Vou alugar todos eles e rever.
Os meus posts tem tido um tamanho maiorzinho e tem
sido muitos num mesmo dia. Hoje não será muito diferente.
Ao menos colocarei tudo num mesmo post.
- Festa
Odeio ter festas de aniversário, mas adoro fazer uma festa.
Acho que é necessária um tipo de habilidade e uma pré-
disposição natural. São tantas coisas que lhe exigem antes
da festa, como achar um bom lugar, chamar todos, arrecadar
dinheiro, fazer as compras e, para que tudo sai certo, é
necessário algum raciocínio lógico, bom senso e uma boa
dose de carisma. Mas a pior parte é o durante a festa.
Precisa-se ter muita calma e preparo, porque, eu lhe garanto,
vão sair muitas coisas erradas durante ela. Fora o fato de que
você, organizador, provavelmente vai passar a festa toda correndo
de um lado para o outro, ajudando e arrumando o que for possível.
Vai rolar uma festa neste fim de semana. Provavelmente sexta.
Será na casa do Felipe e eu devo passar um bom dia lá dentro,
arrumando tudo. Mais detelhes nesse blog! =D
- Top10
Esta ai uma coisa que eu faço quase sem perceber.Faço sempre
que não estou pensando em algo importante (isto é, o tempo todo).
É um jeito fácil de organizar alguns pensamentos, e de dar uma
importância maior a coisas que merecem.
Fui no show do Angra/ CPM22 neste final de semana
passado, e começamos a fazer top10 de músicas e cds que mais
gostamos. Nossa! Se enumerar as dez bandas que eu mais gosto
já é difícil, quando vai pro micro, fica quase impossível.
Estou acabando os meus top10 para essas duas questões, e quando
estiver pronto, eu posto aqui.
Façam vocês também. =D
- Blogs!
Nossa! Existe toda uma sub-cultura nesse negócio de blog.
É muito legal como um blog leva a outro, que leva a outro,
que te ensina um negócio novo para você usar no seu blog,
que te manda para uma página que tem um monte de smiles
para os seus posts, e assim por diante.
Deixe-me levar nessa correnteza nesses últimos dias e, além
de ler bastante, descobri um monte de coisas legais.
Vou dar só um gostinho disso com dois testes que eu fiz através
desses blogs que eu visitei.
Que filme bom é você?
The Tosco Tests
- Filmes dos anos 80
Hoje tive a oportunidade de rever um filme que eu adorava (e temia)
quando criança. Força sinistra ou em inglês
Lifeforce. O filme, apesar de sequências muito
ruins, ainda é muito legal. Tem um toque de suspense, de ficção e
de terror, o que eu, pessoalmente, acho que é algo muito
comum nos filmes dos anos 80. Outra coisa legal, é reparar,
agora, o medo que os americanos tinham do comunismo retratado
nos filmes da época. Sempre tinha algo a haver com seres
do espaço, que agiam todos iguais e sem ter sentimentos.
Outro clássico que eu adoro, desta mesma época, é:
Invasores de Corpos. No primeiro filme que eu citei, a
idéia era que uma nave era atacada por vampiros que
sugam sua energia vital. Eles acabam com quase todos os
tripulantes da nave, deixando apenas um vivo, que a
fêmea do grupo havia se interessado e deixado vivo.
Acontece que eles o perseguem no caminho de
volta a Terra, e chegam a Londres. Além de sequências
dignas do jogo Resident Evil o filme
conta também com uma pequena participação de Patrick
Stweart( ator do teatro inglês, que também trabalhou no
cinema nos filmes de jornada nas estrelas - a nova geração, numa
refilmagem de Moby Dick e na adaptação dos quadrinhos X-men).
No segundo filme que citei, a história começa com uma
pequena semente caindo na Terra e germinando. Quando dela
nasce uma flor, uma menininha a recolhe e leva para casa.
O suspense começa quando a flor começa a sugar a energia
vital de quem está dormindo próxima a ela, matando quem dormia
e criando um novo ser, igual ao que morreu, porém, sem sentimentos
e com uns extras que eu não lembro mais tão bem. O enredo se
desenrola através de um grupo de amigos que descobre como
estes novos seres agem e começam a viver sem dormir, agindo
como eles para não serem descobertos.
Tem ainda um último filme ( esse eu não garanto que exista
mesmo, pode ter sido um sonho meu =D) que me lembro
apenas da cena do garoto abrindo a porta do seu quarto
e descobrindo que agora havia ali uma floresta imensa.
Muito legal esses filmes. Vou alugar todos eles e rever.
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