Esta bruto ainda. Não tive nem mesmo tempo para
reler e tentar encontrar erros. De qualquer maneira
contem a essência do que pretendia passar.
Fim.
Sentou-se de frente para sua escrivaninha e pôs-se a olhar pela janela a bela noite que surgia. Os negros cabelos teimavam em cair sobre seus olhos e ela os afastava com o mesmo movimento repetido. As estrelas apareciam aos poucos, como se a primeira tivesse visto algo incrível e havia ido buscar as outras, que curiosas olhavam para baixo a procura de algo espetacular.
Chamava-se Gisele, mas este era apenas o nome que haviam dado a ela. Preferia qualquer outro, e o que melhor se adequara era Insônia. Nome que utilizara tantas vezes antes de hoje nos bate papos na internet. Nome que por tantas vezes fora chamada ao telefone. Nome que por tantas vezes fora dito em seu ouvido em meio a respirações e gemidos. Nome que se registrara em sua personalidade e era o que era, era Insônia.
A tela de seu computador brilha a sua frente, mas hoje ela não a nota. Seus olhos brilhavam perdidos ao mar negro a sua frente. Sentia-se novamente pequena e feliz. Lembrava-se de como seus pés balançavam sentada no capo do velho opala da família. De como as brincadeiras com o pessoal da rua eram gostosas. Lembrava do esconde-esconde, da amarelinha, dos jogos de taco, das idas a praia. Sua memória corria solta. Seus pequenos olhos de um preto quase azulado pareciam rodopiar, como se estivesse vendo cada uma das cenas. Como se estivesse vivendo cada uma das cenas.
O mundo a havia estragado. Não tinha mais horário. Não fazia mais nada físico. Perdera os amigos, alguns para o trabalho, outros para o estudo, outros para a distância e talvez todos para a preguiça. Perdera algumas outras coisas, talvez banais. Perdera o amor, perdera a capacidade de se importar. Sentia-se distante de todos e de seus sofrimentos. Seguia o que seu corpo pedia. Comia quando havia necessidade. Beijava e fazia sexo quando nem mesmo sua mente escapava da urgência.
Não contava mais o nome de todos que haviam a beijado. Beijar. Como isso lhe fora importante. Como gostava de sentar ao lado do seu pequeno amor secreto. De ouvi-lo respirar. De ver como seus olhos brilhavam enquanto falava. De roçar, mesmo que sem querer, o braço com o dele. E como partira seu mundo quando ele a beijou e foi embora, junto com a mudança de sua família.
Já havia caminhado em todas as direções. Já havia amado homens mais novos, mais velhos, mulheres, crianças, animais. Qualquer um que mostrasse a menor fagulha de amor pela vida. Qualquer um que parecesse entende-la. E sofria.
Então se fechou no seu pequeno mundo. Trancafiou-se num mundo de apelidos, onde ninguém era muito bem o que era, e ao mesmo tempo, eram todos a imagem do que gostariam de ser.
Mas nada disso importava agora. Havia se perdido em pequenas lembranças de um tempo quase esquecido. Num tempo em que era feliz, mesmo que a felicidade fosse algo que não tivesse conhecimento naquela época.
“Se vamos morrer, que seja cada um no momento mais feliz. Que seja em nossa infância onde tínhamos toda a nossa vida. Onde tínhamos esperança”. Pensou.
“Em cada quarto, em cada casa, em cada móvel que alguém estivesse sobre, havia uma pequena fagulha, um brilho único. Um sentimento nostálgico tomava a cada ser humano, onde quer que estivesse. Um sorriso tardio surgia nos lábios de cada um e em alguns, algumas lágrimas brotavam, já secas, de seus olhos. Todos largavam tudo que estavam fazendo e deixavam a mente, cada vez mais enferrujada para estes assuntos, viajar, se perder num mundo criado por elas mesmas, em tempos, para alguns, tão obscurecidos.
Muitos acidentes aconteceram, mas ninguém percebeu. Nenhum dos envolvidos sentiu nada, pois a onda nostálgica havia coberto todos, e ninguém mais se importava.
Sem que chamasse atenção, o manto negro avançou e cobriu tudo. O fim havia chegado, mas todos viviam melhores épocas agora, do que esta.
quinta-feira, outubro 10, 2002
Não aguentei e resolvi colocar outra
música da Fiona aqui. Acho que ouvi ela
umas 4 vezes nos últimos 20 minutos.
Essa já é do segundo cd dela:
Paper Bag
Fiona Apple - When the Pawn..
I was staring at the sky, just looking for a star
To pray on, or wish on, or something like that
I was having a sweet fix of a daydream of a boy
Whose reality I knew, was a hopeless to be had
But then the dove of hope began its downward slope
And I believed for a moment that my chances
Were approaching to be grabbed
But as it came down near, so did a weary tear
-I thought it was a bird, but it was just a paper bag
-Hunger hurts, and I want him so bad, oh it kills
Cuz I know I’m a mess he don’t wanna clean up
I got to fold cuz these hands are too shaky to hold
-Hunger hurts, but starving works, when it costs too much to love
And I went crazy again today, looking for a strand to climb
Looking for a little hope
Baby said he couldn’t stay, wouldn’t put his lips to mine,
And a fail to kiss is a fail to cope
I said, ‘Honey, I don’t feel so good, don’t feel justified
Come on put a little love here in my void,’ - he said
‘It’s all in your head,’ and I said, ‘So’s everything’ -
But he didn’t get it - I thought he was a man
But he was just a little boy
-Hunger hurts, and I want him so bad, oh it kills
Cuz I know I’m a mess he don’t wanna clean up
I got to fold cuz these hands are too shaky to hold
-Hunger hurts, but starving works, when it costs too much to love
-Hunger hurts, and I want him so bad, oh it kills
Cuz I know I’m a mess he don’t wanna clean up
I got to fold cuz these hands are too shaky to hold
-Hunger hurts, but starving works, when it costs too much to love
música da Fiona aqui. Acho que ouvi ela
umas 4 vezes nos últimos 20 minutos.
Essa já é do segundo cd dela:
Paper Bag
Fiona Apple - When the Pawn..
I was staring at the sky, just looking for a star
To pray on, or wish on, or something like that
I was having a sweet fix of a daydream of a boy
Whose reality I knew, was a hopeless to be had
But then the dove of hope began its downward slope
And I believed for a moment that my chances
Were approaching to be grabbed
But as it came down near, so did a weary tear
-I thought it was a bird, but it was just a paper bag
-Hunger hurts, and I want him so bad, oh it kills
Cuz I know I’m a mess he don’t wanna clean up
I got to fold cuz these hands are too shaky to hold
-Hunger hurts, but starving works, when it costs too much to love
And I went crazy again today, looking for a strand to climb
Looking for a little hope
Baby said he couldn’t stay, wouldn’t put his lips to mine,
And a fail to kiss is a fail to cope
I said, ‘Honey, I don’t feel so good, don’t feel justified
Come on put a little love here in my void,’ - he said
‘It’s all in your head,’ and I said, ‘So’s everything’ -
But he didn’t get it - I thought he was a man
But he was just a little boy
-Hunger hurts, and I want him so bad, oh it kills
Cuz I know I’m a mess he don’t wanna clean up
I got to fold cuz these hands are too shaky to hold
-Hunger hurts, but starving works, when it costs too much to love
-Hunger hurts, and I want him so bad, oh it kills
Cuz I know I’m a mess he don’t wanna clean up
I got to fold cuz these hands are too shaky to hold
-Hunger hurts, but starving works, when it costs too much to love
Me dêem sua opinião:
Vocês acham que as pessoas que sentam no ônibus e
ficam olhando pra fora são pessoas introspectivas,
que, assim, tentam não participar no que ocorre no
coletivo e tampouco estão interessadas no que está
na rua, prestando mais atenção aos seus pensamentos,
deixando a mente divagar. Enquanto as pessoas que
ficam encarando as que entram, prestando atenção no
que ocorre dentro do ônibus para aproveitar qualquer
situação para puxar conversa são pessoas extrovertidas?
Só a letra da música que está tocando aqui:
Never is a Promise
Fiona Apple - Tidal
You'll never see the courage I know
Its colors' richness won't appear within your view
I'll never glow - the way that you glow
Your presence dominates the judgments made on you
But as the scenery grows, I see in different lights
The shades and shadows undulate in my perception
My feelings swell and stretch; I see from greater heights
I understand what I am still too proud to mention - to you
You'll say you understand, but You don't understand
You'll say you'd never give up seeing eye to eye
But never is a promise, and you can't afford to lie
You'll never touch - these things that I hold
The skin of my emotions lies beneath my own
You'll never feel the heat of this soul
My fever burns me deeper than I've ever shown - to you
You'll say, Don't fear your dreams, it's easier than it seems
You'll say you'd never let me fall from hopes so high
But never is a promise and you can't afford to lie
You'll never live the life that I live
I'll never live the life that wakes me in the night
You'll never hear the message I give
You'll say it looks as though I might give up this fight
But as the scenery grows, I see in different lights
The shades and shadows undulate in my perception
My feelings swell and stretch, I see from greater heights
I realize what I am now too smart to mention - to you
You'll say you understand, you'll never understand
I'll say I'll never wake up knowing how or why
I don't know what to believe in, you don't know who I am
You'll say I need appeasing when I start to cry
But never is a promise and I'll never need a lie
------------------------------------------------------------------------------------
ps. Tinha um monte de pensamentos como esse antigamente.
Um exemplo era que eu achava( ainda acho um pouco) que os
sentidos funcionavam todos pela mesma energia, então, quando
você queria usar um deles melhor, devia parar de usar um pouco
o outro. Um exemplo para isso são os cantores que quando vão
para as notas mais difíceis fecham os olhos.
ps2. Fê, prometo que devolvo seu cd da Fiona logo mais =D
Vocês acham que as pessoas que sentam no ônibus e
ficam olhando pra fora são pessoas introspectivas,
que, assim, tentam não participar no que ocorre no
coletivo e tampouco estão interessadas no que está
na rua, prestando mais atenção aos seus pensamentos,
deixando a mente divagar. Enquanto as pessoas que
ficam encarando as que entram, prestando atenção no
que ocorre dentro do ônibus para aproveitar qualquer
situação para puxar conversa são pessoas extrovertidas?
Só a letra da música que está tocando aqui:
Never is a Promise
Fiona Apple - Tidal
You'll never see the courage I know
Its colors' richness won't appear within your view
I'll never glow - the way that you glow
Your presence dominates the judgments made on you
But as the scenery grows, I see in different lights
The shades and shadows undulate in my perception
My feelings swell and stretch; I see from greater heights
I understand what I am still too proud to mention - to you
You'll say you understand, but You don't understand
You'll say you'd never give up seeing eye to eye
But never is a promise, and you can't afford to lie
You'll never touch - these things that I hold
The skin of my emotions lies beneath my own
You'll never feel the heat of this soul
My fever burns me deeper than I've ever shown - to you
You'll say, Don't fear your dreams, it's easier than it seems
You'll say you'd never let me fall from hopes so high
But never is a promise and you can't afford to lie
You'll never live the life that I live
I'll never live the life that wakes me in the night
You'll never hear the message I give
You'll say it looks as though I might give up this fight
But as the scenery grows, I see in different lights
The shades and shadows undulate in my perception
My feelings swell and stretch, I see from greater heights
I realize what I am now too smart to mention - to you
You'll say you understand, you'll never understand
I'll say I'll never wake up knowing how or why
I don't know what to believe in, you don't know who I am
You'll say I need appeasing when I start to cry
But never is a promise and I'll never need a lie
------------------------------------------------------------------------------------
ps. Tinha um monte de pensamentos como esse antigamente.
Um exemplo era que eu achava( ainda acho um pouco) que os
sentidos funcionavam todos pela mesma energia, então, quando
você queria usar um deles melhor, devia parar de usar um pouco
o outro. Um exemplo para isso são os cantores que quando vão
para as notas mais difíceis fecham os olhos.
ps2. Fê, prometo que devolvo seu cd da Fiona logo mais =D
terça-feira, outubro 08, 2002
Ainda amigos?
Meu pai sofreu muito nos últimos tempos.
Um dos caras que ele considerava seu amigo mais próximo,
lhe virou as costas num dos momentos mais difíceis da vida
dele ( e da nossa conseqüentemente). Pouco tempo depois, um
dos amigos que o conhecia a mais tempo, morreu. Deixando
uma profunda marca nele, que se sente um pouco sem amigos,
ou melhor, sem amigos em que ele possa confiar.
Gostaria de pensar que isso não vai me acontecer. Que, talvez,
tenha feito amizades e vínculos mais profundos que meu pai fez
durante sua vida. Mas, o tempo foi passando, e as vezes eu sinto
que os passos meus e de cada um dos meus amigos
seguem caminhos diferentes e, por vezes, quase opostos.
Sinto, que aos poucos, somos esfacelados e o que
éramos torna-se uma foto tremida e mal revelada, quase fugida.
Muitas vezes me questionei sobre o que havia conosco, de como
os tempos de outrora eram melhores, mais providos e mais cheios
de alegria e possibilidades. Olho com descrença para a podridão
que nos cerca. Como chegamos a isso? Como perdemos nossos
laços?
Mas tenho encarado da forma errada. Nossos amigos, os antigos,
os novos, os que sumiram, os que constantemente aparecem.
Todos eles fazem parte de mim, e assim, de cada um deles. Todos
são parte do meu ( e quando digo meu, é com orgulho,
pois todos o merecem) pessoal. Todos fizeram por merecer fazer
parte disto.
É claro que temos nossos defeitos, mas sempre tivemos, eles só
foram mudando. Alguns se tornaram mais sombrios, outros mais
amenos. Mas, quando olho no rosto de algum deles e vejo que ele
acompanhou meu pensamento e está sorrindo pelos mesmo motivo,
como pessoas que se conhecem a tanto tempo (e não é assim
mesmo?), sei que não estamos sozinhos e que poderá chegar a
idade, poderão chegar as novas dificuldades, nós sempre estaremos
nos pensamentos uns dos outros.
Espero que todos se lembrem disso.
Meu pai sofreu muito nos últimos tempos.
Um dos caras que ele considerava seu amigo mais próximo,
lhe virou as costas num dos momentos mais difíceis da vida
dele ( e da nossa conseqüentemente). Pouco tempo depois, um
dos amigos que o conhecia a mais tempo, morreu. Deixando
uma profunda marca nele, que se sente um pouco sem amigos,
ou melhor, sem amigos em que ele possa confiar.
Gostaria de pensar que isso não vai me acontecer. Que, talvez,
tenha feito amizades e vínculos mais profundos que meu pai fez
durante sua vida. Mas, o tempo foi passando, e as vezes eu sinto
que os passos meus e de cada um dos meus amigos
seguem caminhos diferentes e, por vezes, quase opostos.
Sinto, que aos poucos, somos esfacelados e o que
éramos torna-se uma foto tremida e mal revelada, quase fugida.
Muitas vezes me questionei sobre o que havia conosco, de como
os tempos de outrora eram melhores, mais providos e mais cheios
de alegria e possibilidades. Olho com descrença para a podridão
que nos cerca. Como chegamos a isso? Como perdemos nossos
laços?
Mas tenho encarado da forma errada. Nossos amigos, os antigos,
os novos, os que sumiram, os que constantemente aparecem.
Todos eles fazem parte de mim, e assim, de cada um deles. Todos
são parte do meu ( e quando digo meu, é com orgulho,
pois todos o merecem) pessoal. Todos fizeram por merecer fazer
parte disto.
É claro que temos nossos defeitos, mas sempre tivemos, eles só
foram mudando. Alguns se tornaram mais sombrios, outros mais
amenos. Mas, quando olho no rosto de algum deles e vejo que ele
acompanhou meu pensamento e está sorrindo pelos mesmo motivo,
como pessoas que se conhecem a tanto tempo (e não é assim
mesmo?), sei que não estamos sozinhos e que poderá chegar a
idade, poderão chegar as novas dificuldades, nós sempre estaremos
nos pensamentos uns dos outros.
Espero que todos se lembrem disso.
O Sabor... mas a que preço?
É uma coisa tão obvia que, acredito, as pessoas dificilmente
param para pensar nisso. De qualquer forma, por coisas que
andam acontecendo, resolvi escrever um post sobre isso.
(e aproveitar pra testar novas cores =D ).
Quanto menos se tem, mais gostoso fica quando se tem algo.
Quanto mais se tem, menos se dá valor.
Quando você ganha uma competição pela primeira vez, parece
que cada gota do seu suor, cada hora perdida em cima daquilo,
é uma pequena parcela da sua alegria naquele momento.
Agora, quando você é o campeão mundial pela ducentésima vez,
você sai do campeonato, e vai comer uns tacos em algum lugar,
volta pra casa e dorme, ninguém quer mais saber que você é o
melhor do mundo de novo, nem você mesmo.
Quando se dá o primeiro beijo. Ou quando se tem namoricos
esporádicos, coisas poucas e significativas, cada beijo conta.
Todo o corpo parece tremer e se desfazer um pouco a cada toque,
a cada sorriso. Agora, quando se vai em qualquer balada e beija 8,
9 meninas, na mesma noite, você nem pensa muito sobre o assunto.
Sai andando, come no Am/Pm, dorme, e nem se quer se lembra do
nome delas no dia seguinte.
Quando se tem muito dinheiro, você vai numa balada, gasta 70 contos,
e nem lembra o que pediu. Compra um pedaço de pano por 200 reias,
guarda no armário, nunca usa, e ainda diz que está sem roupas.
Mas, quando a situação esta apertada, ir até a esquina de sua casa,
comprar uma Gini de limão e dividir com um amigo, acaba parecendo
a melhor coisa do mundo. Usar as mesmas roupas e agradecer por poder
lavar no final de semana faz parecer que nunca vai lhe faltar nada.
Quando apenas se encontra um dos amigos uma ou duas vezes num mês,
faz com que aproveitemos ao máximo o momento ao lado deles, que
conversemos até nos exaurimos, que realizemos o que eles significam para
nós. Enquanto, se os vemos todos os dias, quase o tempo todo, chegamos,
até mesmo, a não querer vê-los por algum tempo.
Ter pouco é melhor, mas é muito mais fácil quando se tem tudo.
É uma coisa tão obvia que, acredito, as pessoas dificilmente
param para pensar nisso. De qualquer forma, por coisas que
andam acontecendo, resolvi escrever um post sobre isso.
(e aproveitar pra testar novas cores =D ).
Quanto menos se tem, mais gostoso fica quando se tem algo.
Quanto mais se tem, menos se dá valor.
Quando você ganha uma competição pela primeira vez, parece
que cada gota do seu suor, cada hora perdida em cima daquilo,
é uma pequena parcela da sua alegria naquele momento.
Agora, quando você é o campeão mundial pela ducentésima vez,
você sai do campeonato, e vai comer uns tacos em algum lugar,
volta pra casa e dorme, ninguém quer mais saber que você é o
melhor do mundo de novo, nem você mesmo.
Quando se dá o primeiro beijo. Ou quando se tem namoricos
esporádicos, coisas poucas e significativas, cada beijo conta.
Todo o corpo parece tremer e se desfazer um pouco a cada toque,
a cada sorriso. Agora, quando se vai em qualquer balada e beija 8,
9 meninas, na mesma noite, você nem pensa muito sobre o assunto.
Sai andando, come no Am/Pm, dorme, e nem se quer se lembra do
nome delas no dia seguinte.
Quando se tem muito dinheiro, você vai numa balada, gasta 70 contos,
e nem lembra o que pediu. Compra um pedaço de pano por 200 reias,
guarda no armário, nunca usa, e ainda diz que está sem roupas.
Mas, quando a situação esta apertada, ir até a esquina de sua casa,
comprar uma Gini de limão e dividir com um amigo, acaba parecendo
a melhor coisa do mundo. Usar as mesmas roupas e agradecer por poder
lavar no final de semana faz parecer que nunca vai lhe faltar nada.
Quando apenas se encontra um dos amigos uma ou duas vezes num mês,
faz com que aproveitemos ao máximo o momento ao lado deles, que
conversemos até nos exaurimos, que realizemos o que eles significam para
nós. Enquanto, se os vemos todos os dias, quase o tempo todo, chegamos,
até mesmo, a não querer vê-los por algum tempo.
Ter pouco é melhor, mas é muito mais fácil quando se tem tudo.
terça-feira, outubro 01, 2002
Muitas coisas
Os meus posts tem tido um tamanho maiorzinho e tem
sido muitos num mesmo dia. Hoje não será muito diferente.
Ao menos colocarei tudo num mesmo post.
- Festa
Odeio ter festas de aniversário, mas adoro fazer uma festa.
Acho que é necessária um tipo de habilidade e uma pré-
disposição natural. São tantas coisas que lhe exigem antes
da festa, como achar um bom lugar, chamar todos, arrecadar
dinheiro, fazer as compras e, para que tudo sai certo, é
necessário algum raciocínio lógico, bom senso e uma boa
dose de carisma. Mas a pior parte é o durante a festa.
Precisa-se ter muita calma e preparo, porque, eu lhe garanto,
vão sair muitas coisas erradas durante ela. Fora o fato de que
você, organizador, provavelmente vai passar a festa toda correndo
de um lado para o outro, ajudando e arrumando o que for possível.
Vai rolar uma festa neste fim de semana. Provavelmente sexta.
Será na casa do Felipe e eu devo passar um bom dia lá dentro,
arrumando tudo. Mais detelhes nesse blog! =D
- Top10
Esta ai uma coisa que eu faço quase sem perceber.Faço sempre
que não estou pensando em algo importante (isto é, o tempo todo).
É um jeito fácil de organizar alguns pensamentos, e de dar uma
importância maior a coisas que merecem.
Fui no show do Angra/ CPM22 neste final de semana
passado, e começamos a fazer top10 de músicas e cds que mais
gostamos. Nossa! Se enumerar as dez bandas que eu mais gosto
já é difícil, quando vai pro micro, fica quase impossível.
Estou acabando os meus top10 para essas duas questões, e quando
estiver pronto, eu posto aqui.
Façam vocês também. =D
- Blogs!
Nossa! Existe toda uma sub-cultura nesse negócio de blog.
É muito legal como um blog leva a outro, que leva a outro,
que te ensina um negócio novo para você usar no seu blog,
que te manda para uma página que tem um monte de smiles
para os seus posts, e assim por diante.
Deixe-me levar nessa correnteza nesses últimos dias e, além
de ler bastante, descobri um monte de coisas legais.
Vou dar só um gostinho disso com dois testes que eu fiz através
desses blogs que eu visitei.
Que filme bom é você?
The Tosco Tests
- Filmes dos anos 80
Hoje tive a oportunidade de rever um filme que eu adorava (e temia)
quando criança. Força sinistra ou em inglês
Lifeforce. O filme, apesar de sequências muito
ruins, ainda é muito legal. Tem um toque de suspense, de ficção e
de terror, o que eu, pessoalmente, acho que é algo muito
comum nos filmes dos anos 80. Outra coisa legal, é reparar,
agora, o medo que os americanos tinham do comunismo retratado
nos filmes da época. Sempre tinha algo a haver com seres
do espaço, que agiam todos iguais e sem ter sentimentos.
Outro clássico que eu adoro, desta mesma época, é:
Invasores de Corpos. No primeiro filme que eu citei, a
idéia era que uma nave era atacada por vampiros que
sugam sua energia vital. Eles acabam com quase todos os
tripulantes da nave, deixando apenas um vivo, que a
fêmea do grupo havia se interessado e deixado vivo.
Acontece que eles o perseguem no caminho de
volta a Terra, e chegam a Londres. Além de sequências
dignas do jogo Resident Evil o filme
conta também com uma pequena participação de Patrick
Stweart( ator do teatro inglês, que também trabalhou no
cinema nos filmes de jornada nas estrelas - a nova geração, numa
refilmagem de Moby Dick e na adaptação dos quadrinhos X-men).
No segundo filme que citei, a história começa com uma
pequena semente caindo na Terra e germinando. Quando dela
nasce uma flor, uma menininha a recolhe e leva para casa.
O suspense começa quando a flor começa a sugar a energia
vital de quem está dormindo próxima a ela, matando quem dormia
e criando um novo ser, igual ao que morreu, porém, sem sentimentos
e com uns extras que eu não lembro mais tão bem. O enredo se
desenrola através de um grupo de amigos que descobre como
estes novos seres agem e começam a viver sem dormir, agindo
como eles para não serem descobertos.
Tem ainda um último filme ( esse eu não garanto que exista
mesmo, pode ter sido um sonho meu =D) que me lembro
apenas da cena do garoto abrindo a porta do seu quarto
e descobrindo que agora havia ali uma floresta imensa.
Muito legal esses filmes. Vou alugar todos eles e rever.
Os meus posts tem tido um tamanho maiorzinho e tem
sido muitos num mesmo dia. Hoje não será muito diferente.
Ao menos colocarei tudo num mesmo post.
- Festa
Odeio ter festas de aniversário, mas adoro fazer uma festa.
Acho que é necessária um tipo de habilidade e uma pré-
disposição natural. São tantas coisas que lhe exigem antes
da festa, como achar um bom lugar, chamar todos, arrecadar
dinheiro, fazer as compras e, para que tudo sai certo, é
necessário algum raciocínio lógico, bom senso e uma boa
dose de carisma. Mas a pior parte é o durante a festa.
Precisa-se ter muita calma e preparo, porque, eu lhe garanto,
vão sair muitas coisas erradas durante ela. Fora o fato de que
você, organizador, provavelmente vai passar a festa toda correndo
de um lado para o outro, ajudando e arrumando o que for possível.
Vai rolar uma festa neste fim de semana. Provavelmente sexta.
Será na casa do Felipe e eu devo passar um bom dia lá dentro,
arrumando tudo. Mais detelhes nesse blog! =D
- Top10
Esta ai uma coisa que eu faço quase sem perceber.Faço sempre
que não estou pensando em algo importante (isto é, o tempo todo).
É um jeito fácil de organizar alguns pensamentos, e de dar uma
importância maior a coisas que merecem.
Fui no show do Angra/ CPM22 neste final de semana
passado, e começamos a fazer top10 de músicas e cds que mais
gostamos. Nossa! Se enumerar as dez bandas que eu mais gosto
já é difícil, quando vai pro micro, fica quase impossível.
Estou acabando os meus top10 para essas duas questões, e quando
estiver pronto, eu posto aqui.
Façam vocês também. =D
- Blogs!
Nossa! Existe toda uma sub-cultura nesse negócio de blog.
É muito legal como um blog leva a outro, que leva a outro,
que te ensina um negócio novo para você usar no seu blog,
que te manda para uma página que tem um monte de smiles
para os seus posts, e assim por diante.
Deixe-me levar nessa correnteza nesses últimos dias e, além
de ler bastante, descobri um monte de coisas legais.
Vou dar só um gostinho disso com dois testes que eu fiz através
desses blogs que eu visitei.
Que filme bom é você?
The Tosco Tests
- Filmes dos anos 80
Hoje tive a oportunidade de rever um filme que eu adorava (e temia)
quando criança. Força sinistra ou em inglês
Lifeforce. O filme, apesar de sequências muito
ruins, ainda é muito legal. Tem um toque de suspense, de ficção e
de terror, o que eu, pessoalmente, acho que é algo muito
comum nos filmes dos anos 80. Outra coisa legal, é reparar,
agora, o medo que os americanos tinham do comunismo retratado
nos filmes da época. Sempre tinha algo a haver com seres
do espaço, que agiam todos iguais e sem ter sentimentos.
Outro clássico que eu adoro, desta mesma época, é:
Invasores de Corpos. No primeiro filme que eu citei, a
idéia era que uma nave era atacada por vampiros que
sugam sua energia vital. Eles acabam com quase todos os
tripulantes da nave, deixando apenas um vivo, que a
fêmea do grupo havia se interessado e deixado vivo.
Acontece que eles o perseguem no caminho de
volta a Terra, e chegam a Londres. Além de sequências
dignas do jogo Resident Evil o filme
conta também com uma pequena participação de Patrick
Stweart( ator do teatro inglês, que também trabalhou no
cinema nos filmes de jornada nas estrelas - a nova geração, numa
refilmagem de Moby Dick e na adaptação dos quadrinhos X-men).
No segundo filme que citei, a história começa com uma
pequena semente caindo na Terra e germinando. Quando dela
nasce uma flor, uma menininha a recolhe e leva para casa.
O suspense começa quando a flor começa a sugar a energia
vital de quem está dormindo próxima a ela, matando quem dormia
e criando um novo ser, igual ao que morreu, porém, sem sentimentos
e com uns extras que eu não lembro mais tão bem. O enredo se
desenrola através de um grupo de amigos que descobre como
estes novos seres agem e começam a viver sem dormir, agindo
como eles para não serem descobertos.
Tem ainda um último filme ( esse eu não garanto que exista
mesmo, pode ter sido um sonho meu =D) que me lembro
apenas da cena do garoto abrindo a porta do seu quarto
e descobrindo que agora havia ali uma floresta imensa.
Muito legal esses filmes. Vou alugar todos eles e rever.
segunda-feira, setembro 30, 2002
Teorias.
Andei lendo algumas coisas muito interessantes.
Algumas pesquisas recentes, que vem a se juntar
com teorias antigas, abrindo um leque de possibilidades
enorme.
Uma ( que o Tiba já havia comentado em seu blog) era
os campos mórficos. Mas eu estive pensando algo em
cima deles. Conforme crescemos, vamos conhecendo o
mundo. Descobrimos que as coisas caem, que o sol
nasce e se põe. Que a Terra gira em torno do sol e de si
mesma. Em fim, descobrimos o que muitos físicos e
filósofos se perguntaram e calcularam por tanto tempo.
Mas eu não me lembro, de nem se quer uma vez, eu
duvidar da gravidade, ou de pensar que a Terra
poderia ser plana. Será que este conhecimento paira
no ar dentro destes Campos mórficos?
Outra coisa interessante, vem de pesquisas de
psicólogos ( quem disse que eles não prestam pra
nada?.. hehehe). Existem pesquisas muito sérias
mostrando que esta nossa idéia do eu está
ultrapassada, para não dizer errada. A teoria mostra
que na verdade nosso cérebro opera ao mesmo tempo
em várias funções, e que muitas dessas funções você
nem se quer comanda, ou tem algum poder de decisão.
Eles mostram uma série de testes. Em um deles, pediam
para uma mulher cega apontar para o maior objeto a sua
frente e ela quase sempre errava ( acertava na sorte apenas).
Mas quando pediam para ela tocar o maior objeto a sua
frente, ela não errou nenhuma vez. Isso ocorre pela forma
como processamos a imagem. De qualquer forma,
esta era apenas um dos pontos em que se mostrava
como nosso cérebro opera muitas vezes sem termos
tomado a decisão.
A última parte vem do livro que estou lendo: O
universo na casca de uma noz. O livro é um
pouco mais difícil do que eu pensava, mas vale a pena.
Mesmo muitos físicos terem achado que em alguns pontos
do livro o Hawking erra, ele ainda traz uma série de conceitos
muito interessantes e complicados, que deixam você sempre
com algumas dúvidas e muitas idéias na cabeça.
Ele trabalha conceitos como o tempo e o espaço serem
deformáveis, como haverem 11 dimensões(complicado de
explicar), de teoria da relatividade e mecânica quântica.
Muito bom. =D
Andei lendo algumas coisas muito interessantes.
Algumas pesquisas recentes, que vem a se juntar
com teorias antigas, abrindo um leque de possibilidades
enorme.
Uma ( que o Tiba já havia comentado em seu blog) era
os campos mórficos. Mas eu estive pensando algo em
cima deles. Conforme crescemos, vamos conhecendo o
mundo. Descobrimos que as coisas caem, que o sol
nasce e se põe. Que a Terra gira em torno do sol e de si
mesma. Em fim, descobrimos o que muitos físicos e
filósofos se perguntaram e calcularam por tanto tempo.
Mas eu não me lembro, de nem se quer uma vez, eu
duvidar da gravidade, ou de pensar que a Terra
poderia ser plana. Será que este conhecimento paira
no ar dentro destes Campos mórficos?
Outra coisa interessante, vem de pesquisas de
psicólogos ( quem disse que eles não prestam pra
nada?.. hehehe). Existem pesquisas muito sérias
mostrando que esta nossa idéia do eu está
ultrapassada, para não dizer errada. A teoria mostra
que na verdade nosso cérebro opera ao mesmo tempo
em várias funções, e que muitas dessas funções você
nem se quer comanda, ou tem algum poder de decisão.
Eles mostram uma série de testes. Em um deles, pediam
para uma mulher cega apontar para o maior objeto a sua
frente e ela quase sempre errava ( acertava na sorte apenas).
Mas quando pediam para ela tocar o maior objeto a sua
frente, ela não errou nenhuma vez. Isso ocorre pela forma
como processamos a imagem. De qualquer forma,
esta era apenas um dos pontos em que se mostrava
como nosso cérebro opera muitas vezes sem termos
tomado a decisão.
A última parte vem do livro que estou lendo: O
universo na casca de uma noz. O livro é um
pouco mais difícil do que eu pensava, mas vale a pena.
Mesmo muitos físicos terem achado que em alguns pontos
do livro o Hawking erra, ele ainda traz uma série de conceitos
muito interessantes e complicados, que deixam você sempre
com algumas dúvidas e muitas idéias na cabeça.
Ele trabalha conceitos como o tempo e o espaço serem
deformáveis, como haverem 11 dimensões(complicado de
explicar), de teoria da relatividade e mecânica quântica.
Muito bom. =D
Magia
Teve uma época em que eu ia ao centro da cidade
pelo menos uma vez por semana. Eu adorava a
sensação de estar perdido naquela multidão, de
ser abraçado pela cidade. Mas o principal,
para mim, era ver as pessoas do centro. Todas
tão diferentes, tão únicas. Tantas histórias esperavam
para serem contadas.
Muito cedo eu criei uma brincadeira, enquanto andava
sozinho. Eu olhava para as pessoas que passavam
e tentava criar uma história para ela, um motivo, um
como. No centro, essa brincadeira pode virar um vício.
São tantas as possibilidades de cada um, que seria
possível sentar numa esquina e não conseguir mais sair,
apenas criando a vida de cada um dali.
Criar. Talvez a coisa que gosto mais
de fazer. Contos, personagens, programas, táticas, seriados,
empresas, produtos, raças, teorias, regras, propagandas, músicas,
ritmos, avanços tecnológicos, baralhos, jogos. Tudo.
Deixar a mente vagar. Esperar o comichão invadir meu corpo.
Aquela ansiedade de saber que está criando algo bom.
Imaginar as possibilidades, o desenrolar das histórias, das vidas,
os desfechos.
Mas tudo isso retorna para a mesma coisa. Para o prazer,
para esta pequena magia que é escrever.
-----------------x0x0x0x0------------------------------------------------
Filme do dia: O Anjo exterminador - Luiz Buñuel
Buñuel é um muito bom. Os poucos filmes que eu vi dele, gostei muito.
Este que eu cito, trabalha uma situação inusitada, rara. Onde os
personagens se encontram presos em um cômodo da casa, depois
de uma festa. Outro filme dele que tenho de citar é: Um
cão andaluz. Trabalho dele com Dali.
Um conto muito bom, também, que eu me ocorreu agora
e eu terei de citar é: A casa tomada. Do
Cortázar.
Músicas da semana: Molotov - Puto
Drowning Pool - Bodies
Snot - DeadFall
Menção Honrosa
Série: Night Visions
Série que tenta recriar o estilo de Twilight Zone e de
Amazing Histories. Já assisti bons episódios, mas que
tinham potencial para muito mais. Detalhe importante: o apresentador
é ruim.
-----------------------------------------------------------x0x0x0x0--------------------------
Teve uma época em que eu ia ao centro da cidade
pelo menos uma vez por semana. Eu adorava a
sensação de estar perdido naquela multidão, de
ser abraçado pela cidade. Mas o principal,
para mim, era ver as pessoas do centro. Todas
tão diferentes, tão únicas. Tantas histórias esperavam
para serem contadas.
Muito cedo eu criei uma brincadeira, enquanto andava
sozinho. Eu olhava para as pessoas que passavam
e tentava criar uma história para ela, um motivo, um
como. No centro, essa brincadeira pode virar um vício.
São tantas as possibilidades de cada um, que seria
possível sentar numa esquina e não conseguir mais sair,
apenas criando a vida de cada um dali.
Criar. Talvez a coisa que gosto mais
de fazer. Contos, personagens, programas, táticas, seriados,
empresas, produtos, raças, teorias, regras, propagandas, músicas,
ritmos, avanços tecnológicos, baralhos, jogos. Tudo.
Deixar a mente vagar. Esperar o comichão invadir meu corpo.
Aquela ansiedade de saber que está criando algo bom.
Imaginar as possibilidades, o desenrolar das histórias, das vidas,
os desfechos.
Mas tudo isso retorna para a mesma coisa. Para o prazer,
para esta pequena magia que é escrever.
-----------------x0x0x0x0------------------------------------------------
Filme do dia: O Anjo exterminador - Luiz Buñuel
Buñuel é um muito bom. Os poucos filmes que eu vi dele, gostei muito.
Este que eu cito, trabalha uma situação inusitada, rara. Onde os
personagens se encontram presos em um cômodo da casa, depois
de uma festa. Outro filme dele que tenho de citar é: Um
cão andaluz. Trabalho dele com Dali.
Um conto muito bom, também, que eu me ocorreu agora
e eu terei de citar é: A casa tomada. Do
Cortázar.
Músicas da semana: Molotov - Puto
Drowning Pool - Bodies
Snot - DeadFall
Menção Honrosa
Série: Night Visions
Série que tenta recriar o estilo de Twilight Zone e de
Amazing Histories. Já assisti bons episódios, mas que
tinham potencial para muito mais. Detalhe importante: o apresentador
é ruim.
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Interlúdio
Mars está posicionado sobre uma caixa no bomb site2.
Sua sniper está mirada para uma única entrada, uma vez
que seus companheiros estão cobrindo todas as outras
entradas. Ou estavam?
A invasão inimiga é muito rápida. Um a um seus companheiros
são sobrepujados e vencidos. Todos mortos. Mas Mars já havia
entendido a tática do adversário. Esperou até a última hora
para sair da sua posição. A mira parada quando um dos
oponentes avança contra ele. O tiro sai rápido, e ele já corre
para o Bomb site1 com sua pistola na mão,
onde a bomba estava sendo implantada.
Passa pelo portão de acesso, e já avista dois oponentes.
O primeiro tiro sai preciso, derrubando o primeiro deles.
O segundo tiro, menos calculado, muito mais afoito, acerta
nas pernas, mas é o suficiente para o tirar do caminho.
Faltavam mais dois que estavam protegendo a bomba
Ambos escondidos, esperando por seu avanço, dificultado
por estar usando uma sniper. Coloca-a nas costas e avança
com a pistola em punho. Um dos oponentes se refugiava
atrás de uma parede, e é sobre ele que Mars avança.
Acerta-o com três tiros certeiros, o último em sua cabeça
e já se vira para o adversário restante que se escondia
entre as caixas, próximo a bomba, que agora assume um
ritmo frenético. Corre para o lado desferindo os últimos
tiros de sua pistola contra o terrorista. Não havia mais balas.
Puxa de suas costas a sniper e atira, sem mira. Assisti o
corpo de seu oponente voar para longe, mas já não havia
mais tempo para desarmar a bomba, que explode a seu lado.
Cena de um treino com o já extinto sabotage.
Mars está posicionado sobre uma caixa no bomb site2.
Sua sniper está mirada para uma única entrada, uma vez
que seus companheiros estão cobrindo todas as outras
entradas. Ou estavam?
A invasão inimiga é muito rápida. Um a um seus companheiros
são sobrepujados e vencidos. Todos mortos. Mas Mars já havia
entendido a tática do adversário. Esperou até a última hora
para sair da sua posição. A mira parada quando um dos
oponentes avança contra ele. O tiro sai rápido, e ele já corre
para o Bomb site1 com sua pistola na mão,
onde a bomba estava sendo implantada.
Passa pelo portão de acesso, e já avista dois oponentes.
O primeiro tiro sai preciso, derrubando o primeiro deles.
O segundo tiro, menos calculado, muito mais afoito, acerta
nas pernas, mas é o suficiente para o tirar do caminho.
Faltavam mais dois que estavam protegendo a bomba
Ambos escondidos, esperando por seu avanço, dificultado
por estar usando uma sniper. Coloca-a nas costas e avança
com a pistola em punho. Um dos oponentes se refugiava
atrás de uma parede, e é sobre ele que Mars avança.
Acerta-o com três tiros certeiros, o último em sua cabeça
e já se vira para o adversário restante que se escondia
entre as caixas, próximo a bomba, que agora assume um
ritmo frenético. Corre para o lado desferindo os últimos
tiros de sua pistola contra o terrorista. Não havia mais balas.
Puxa de suas costas a sniper e atira, sem mira. Assisti o
corpo de seu oponente voar para longe, mas já não havia
mais tempo para desarmar a bomba, que explode a seu lado.
Cena de um treino com o já extinto sabotage.
quarta-feira, setembro 25, 2002
MomenTo PePa!!!
Já que o momento é de nostalgia, não posso esquecer da boa
época em que eu e alguns amigos( cita-se, certamente, tiba e bernardo)
escrevíamos muito. O tempo todo podia-se ler algum conto ou
poesia de algum de nós.
Tínhamos um monte de projetos nessa área. Livros, séries, filmes.
Mas, de repente, fomos deixando o hábito de escrever nos fugir.
Passamos por transformações em nossas vidas, e escrever, foi
saindo de plano.
Tempos depois, voltamos. Cada um num ritmo, e estamos, com o
devido tempo, voltando a nos comunicar e a mostrar uns pros outros
o que temos escrito. Faz bem voltar para as coisas boas da vida.
Os projetos voltaram também, porém agora, com mais maturidade.
Seguem alguns poemas meus. Os dois primeiros mais antigos, o último
( ainda longe do que eu costumava escrever) é o meu mais novo:
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Ruínas.
Lá em baixo dá para ver.
A pequena sombra aponta lá em baixo.
As pessoas circundam o local da sombra.
O som da queda é ouvido pelas pessoas.
Estou lá em baixo.
Aqui em cima eu estou.
Vejo-me de baixo para cima.
Olhando de cima, em baixo me vejo.
Tão bom aqui em cima.
Em cima deve ser tão bom.
Não posso voar, estou preso aqui em baixo.
Tudo é tão fácil...não posso mais voar.
Contra espelho.
O espelho encontra.
Caído em ruínas.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Fácil
Tão louras suas melenas,
Tão alva sua pele.
Tão esmeraldinos seus olhos.
Tão rósea sua pele.
Tão astuto seu cérebro.
Tão ágil seu corpo.
Tão frágil sua epiderme.
Tão rubro seu sangue.
Tão pulsante seu coração.
Tão fácil você morre.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Angustia
Alguma hora eu vou ter de falar algo
Alguma hora eu vou ter de fazer algo
Alguma hora.
Em algum momento vou ter de amar de novo
Em algum momento vou ter de me machucar de novo
Em algum momento.
Mas eles nunca chegam
E eu nunca tenho algo pra falar
Nunca encontro o que fazer
E as pessoas continuam a se distanciar.
--------x0x0x0x0---------------------------------------------------------------
Música do dia: Transplants - Tall Cans in the air
trailer da semana: Star Trek - Nemesis
Só pelo trailer dá pra sentir que eles devem ter acertado em cheio desta vez.
Continuando a tradição dos filmes pares serem bons =D
-----------------------------------x0x0x0x0------------------------------------
Já que o momento é de nostalgia, não posso esquecer da boa
época em que eu e alguns amigos( cita-se, certamente, tiba e bernardo)
escrevíamos muito. O tempo todo podia-se ler algum conto ou
poesia de algum de nós.
Tínhamos um monte de projetos nessa área. Livros, séries, filmes.
Mas, de repente, fomos deixando o hábito de escrever nos fugir.
Passamos por transformações em nossas vidas, e escrever, foi
saindo de plano.
Tempos depois, voltamos. Cada um num ritmo, e estamos, com o
devido tempo, voltando a nos comunicar e a mostrar uns pros outros
o que temos escrito. Faz bem voltar para as coisas boas da vida.
Os projetos voltaram também, porém agora, com mais maturidade.
Seguem alguns poemas meus. Os dois primeiros mais antigos, o último
( ainda longe do que eu costumava escrever) é o meu mais novo:
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Ruínas.
Lá em baixo dá para ver.
A pequena sombra aponta lá em baixo.
As pessoas circundam o local da sombra.
O som da queda é ouvido pelas pessoas.
Estou lá em baixo.
Aqui em cima eu estou.
Vejo-me de baixo para cima.
Olhando de cima, em baixo me vejo.
Tão bom aqui em cima.
Em cima deve ser tão bom.
Não posso voar, estou preso aqui em baixo.
Tudo é tão fácil...não posso mais voar.
Contra espelho.
O espelho encontra.
Caído em ruínas.
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Fácil
Tão louras suas melenas,
Tão alva sua pele.
Tão esmeraldinos seus olhos.
Tão rósea sua pele.
Tão astuto seu cérebro.
Tão ágil seu corpo.
Tão frágil sua epiderme.
Tão rubro seu sangue.
Tão pulsante seu coração.
Tão fácil você morre.
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Angustia
Alguma hora eu vou ter de falar algo
Alguma hora eu vou ter de fazer algo
Alguma hora.
Em algum momento vou ter de amar de novo
Em algum momento vou ter de me machucar de novo
Em algum momento.
Mas eles nunca chegam
E eu nunca tenho algo pra falar
Nunca encontro o que fazer
E as pessoas continuam a se distanciar.
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Música do dia: Transplants - Tall Cans in the air
trailer da semana: Star Trek - Nemesis
Só pelo trailer dá pra sentir que eles devem ter acertado em cheio desta vez.
Continuando a tradição dos filmes pares serem bons =D
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terça-feira, setembro 24, 2002
Essência das coisas
Para se prepararem:
Nostalgia é a palavra que melhor descreveria este texto.
Costumo lembrar de como me divertia quando morava na praia. De como as coisas eram gostosas por lá.
De como as coisas eram fáceis.
As vezes levava-me o dia inteiro jogando taco, ou futebol, só para que de noite pudéssemos brincar de
esconde-esconde. Idas a praia muitas vezes durante a semana, seja com a minha família, seja com meus
amigos. Meu físico estava quase no auge, e o sol era meu bom amigo.
No verão chovia muito e nós tomávamos banho de chuva todos os dias. Eram bons tempos.
Mas sempre sentia que algo me separava das pessoas de lá. Eu também gostava de fazer coisas que
poucas delas gostavam de fazer, e muitas vezes me senti excluído.
Algo que pouco me aconteceu quando voltei a morar em São Paulo. Em pouco tempo fiz amigos que continuam
o sendo até hoje. Um grupo sólido, unido e xenófobo. Algumas vezes, achávamos que a grande parte das pessoas
não tinham a capacidade de nos acompanhar em nossas viagens, idéias e criações. Talvez continuemos a pensar
um pouco assim até hoje . E não é sem motivo. Algumas vezes, coisas que dissemos ou criamos, apareciam na mídia
algum tempo depois. Parecia que estávamos um passo na frente.
Com o tempo, o grupo amadureceu e soube descobrir novas amizades, novas pessoas com um potencial inesgotável.
Novos grupos que eram, no final, parte do nosso também.
Só que junto disso, vieram os problemas. Haviam agora ( graças a idade), as meninas. E com o devido tempo, elas
começam a bagunçar nossa vida, da forma que apenas as meninas podem fazer. Deixaram alguns sem tempo para algumas
de nossas coisas, desapareceram com outros e, até mesmo, criaram inimizades entre a gente.
Mas com sorte, tudo isso passou, e aprendemos a dividir nosso tempo.
O problema real chegou pouco tempo depois. Na corrida para as universidades todos se afastaram. Nos cursinhos, ou já nas
salas de aula de faculdades, poucos tinham tempo ou disposição para jogos, ou encontros. Apareciam em festas ou baladas,
pois a situação, algumas vezes, exige distração.
Mas não foram apenas os estudos que nos afastaram uns dos outros. Mas os trabalhos e as novas turmas que exigiam
um tempo especial apenas para elas.
Há pouco tempo, anos depois do começo de toda esta correria, começamos a nos reencontrar. Não apenas em baladas.
Mas em jogos, cinemas, em fim, todos os tipos de coisas que amigos fazem. Mas não era mais como antigamente,
sinto ainda alguma pressão. Temos muitas novas variáveis em nossa equação, mas não pode ser apenas isso que tenha
mudado as coisas. Será que perdemos algo no caminho?
Ainda assim, descrente de tudo, vi um raio de esperança pra esta nova situação. Nas pequenas conversas, onde as pessoas
são mais elas mesmas. Nos jogos de cartas com poucas pessoas, onde se pode olhar nos olhos dos outros. Nos atos, em que
ainda se nota o caráter de outrora. Essas pequenas coisas que evidenciam a essência do meu grupos, de mim, dos meus
amigos, de cada uma das coisas que me trouxeram até aqui. Até hoje.
Quando olhar para trás, quero me lembrar da facilidade das coisas da praia, mas é desses dias que quero me lembrar,
rodeado pelos meus amigos.
------------x0x0x0x0--------------------------------------------------------
Mangá do fim de semana: Love Hina
Divertido e despretensioso, vale a pena ler para rir e se distrair um pouco.
Músicas da semana: Dj Patife & Fernanda Porto - Só Tinha que ser com você.
QuickSand - Supergenious.
menções honrosas =oÞ : Lag wagon - Know it all.
The hives - the Hives are law, you are crime.
Livro da semana: O Universo numa casca de noz - Stephen Hawking.
Era para ser a trilogia EarthSea, mas as conversas sempre empolgantes sobre
esse livro com meu amigo tubaina me fizeram
deixar para depois a literatura fantástica.
-----------------------------------------x0x0x0x0-----------------------------
Para se prepararem:
Nostalgia é a palavra que melhor descreveria este texto.
Costumo lembrar de como me divertia quando morava na praia. De como as coisas eram gostosas por lá.
De como as coisas eram fáceis.
As vezes levava-me o dia inteiro jogando taco, ou futebol, só para que de noite pudéssemos brincar de
esconde-esconde. Idas a praia muitas vezes durante a semana, seja com a minha família, seja com meus
amigos. Meu físico estava quase no auge, e o sol era meu bom amigo.
No verão chovia muito e nós tomávamos banho de chuva todos os dias. Eram bons tempos.
Mas sempre sentia que algo me separava das pessoas de lá. Eu também gostava de fazer coisas que
poucas delas gostavam de fazer, e muitas vezes me senti excluído.
Algo que pouco me aconteceu quando voltei a morar em São Paulo. Em pouco tempo fiz amigos que continuam
o sendo até hoje. Um grupo sólido, unido e xenófobo. Algumas vezes, achávamos que a grande parte das pessoas
não tinham a capacidade de nos acompanhar em nossas viagens, idéias e criações. Talvez continuemos a pensar
um pouco assim até hoje . E não é sem motivo. Algumas vezes, coisas que dissemos ou criamos, apareciam na mídia
algum tempo depois. Parecia que estávamos um passo na frente.
Com o tempo, o grupo amadureceu e soube descobrir novas amizades, novas pessoas com um potencial inesgotável.
Novos grupos que eram, no final, parte do nosso também.
Só que junto disso, vieram os problemas. Haviam agora ( graças a idade), as meninas. E com o devido tempo, elas
começam a bagunçar nossa vida, da forma que apenas as meninas podem fazer. Deixaram alguns sem tempo para algumas
de nossas coisas, desapareceram com outros e, até mesmo, criaram inimizades entre a gente.
Mas com sorte, tudo isso passou, e aprendemos a dividir nosso tempo.
O problema real chegou pouco tempo depois. Na corrida para as universidades todos se afastaram. Nos cursinhos, ou já nas
salas de aula de faculdades, poucos tinham tempo ou disposição para jogos, ou encontros. Apareciam em festas ou baladas,
pois a situação, algumas vezes, exige distração.
Mas não foram apenas os estudos que nos afastaram uns dos outros. Mas os trabalhos e as novas turmas que exigiam
um tempo especial apenas para elas.
Há pouco tempo, anos depois do começo de toda esta correria, começamos a nos reencontrar. Não apenas em baladas.
Mas em jogos, cinemas, em fim, todos os tipos de coisas que amigos fazem. Mas não era mais como antigamente,
sinto ainda alguma pressão. Temos muitas novas variáveis em nossa equação, mas não pode ser apenas isso que tenha
mudado as coisas. Será que perdemos algo no caminho?
Ainda assim, descrente de tudo, vi um raio de esperança pra esta nova situação. Nas pequenas conversas, onde as pessoas
são mais elas mesmas. Nos jogos de cartas com poucas pessoas, onde se pode olhar nos olhos dos outros. Nos atos, em que
ainda se nota o caráter de outrora. Essas pequenas coisas que evidenciam a essência do meu grupos, de mim, dos meus
amigos, de cada uma das coisas que me trouxeram até aqui. Até hoje.
Quando olhar para trás, quero me lembrar da facilidade das coisas da praia, mas é desses dias que quero me lembrar,
rodeado pelos meus amigos.
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Mangá do fim de semana: Love Hina
Divertido e despretensioso, vale a pena ler para rir e se distrair um pouco.
Músicas da semana: Dj Patife & Fernanda Porto - Só Tinha que ser com você.
QuickSand - Supergenious.
menções honrosas =oÞ : Lag wagon - Know it all.
The hives - the Hives are law, you are crime.
Livro da semana: O Universo numa casca de noz - Stephen Hawking.
Era para ser a trilogia EarthSea, mas as conversas sempre empolgantes sobre
esse livro com meu amigo tubaina me fizeram
deixar para depois a literatura fantástica.
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quinta-feira, setembro 19, 2002
Coisas a fazer
Tem um canal chamado People And Arts que no geral, seria um saco,
mas eles tem colocado alguns programas mais interessantes ( ou será que o meu
gosto que está mudando?). Um dos que eu mais gosto é o Top 10 .
Ontem passou o Top 10 das montanhas russas nos Eua. Noooooossa. Só umas montanhas
russas muito loucas. Adicionei as 10 numa To Do List .
Por enquanto ela tem apenas morar no Japão e na Islândia, fazer sexo com japonesas gêmeas
(thanks to Austin Powers) e andar nas 10 melhores montanhas russas dos EUA.
Vou colocar as 10 abaixo pra vocês também ficarem com vontade.
10 - Riddler's Revenge - Uma montanha russa q você vai de pé
09 - Buzzsaw - Montanha russa que segue um curso de água ( A queda final termina num lago).
08 - Stealth - Uma montanha russa em que você vai deitado.
07 - Alpengeist - Uma montanha russa que passa bem perto da neve.
06 - Goliath - Conhecida como A força G pela altura que chega.
05 - Volcano, the blast - Você é jogado pra fora do vulcão como se fosse lava e apartir dai segue girando.
04 - Big Shot - Fica no topo de uma torre altíssima em Las Vegas . Fora isso é igual a torre eifel do Hopi Hari.
03 - Cyclone - A maior montanha russa do Mundo.
02 - Superman, the escape - Basicamente, você é lançado numa velocidade absurda por uma subida, e a brincadeira é a volta de costas dela.
01 - Millenium force - Essa é a mais animal. 94 metros de altura, chegando a uma velocidade de 150 km/h... basta?
Na cyclone, teve um americano que bateu o recorde mundial por passar 155 horas nela.
Ele mesmo já bateu esse recorde de novo, só que numa montanha russa na Inglaterra, onde passou 2000 horas.
E depois sou eu que não tenho mais nada pra fazer né?
----------x0x0x0x0----------------------------------------
Livro do Dia: Coleção plenos pecados
Faz umas 3 semanas que eu terminei de ler o
Soberba - O vôo da rainha .
Mas ontem eu estava dando uma olhada em alguns dos outros livros
e fui lembrando como esta era uma série de livros muito bons.
Merece ser lido.
Eu e uns amigos estavamos escrevendo contos baseados nos 7 pecados também.
Vou ver se eu encontro e posto eles aqui. = D
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Tem um canal chamado People And Arts que no geral, seria um saco,
mas eles tem colocado alguns programas mais interessantes ( ou será que o meu
gosto que está mudando?). Um dos que eu mais gosto é o Top 10 .
Ontem passou o Top 10 das montanhas russas nos Eua. Noooooossa. Só umas montanhas
russas muito loucas. Adicionei as 10 numa
Por enquanto ela tem apenas morar no Japão e na Islândia, fazer sexo com japonesas gêmeas
(thanks to Austin Powers) e andar nas 10 melhores montanhas russas dos EUA.
Vou colocar as 10 abaixo pra vocês também ficarem com vontade.
10 - Riddler's Revenge - Uma montanha russa q você vai de pé
09 - Buzzsaw - Montanha russa que segue um curso de água ( A queda final termina num lago).
08 - Stealth - Uma montanha russa em que você vai deitado.
07 - Alpengeist - Uma montanha russa que passa bem perto da neve.
06 - Goliath - Conhecida como A força G pela altura que chega.
05 - Volcano, the blast - Você é jogado pra fora do vulcão como se fosse lava e apartir dai segue girando.
04 - Big Shot - Fica no topo de uma torre altíssima em Las Vegas . Fora isso é igual a torre eifel do Hopi Hari.
03 - Cyclone - A maior montanha russa do Mundo.
02 - Superman, the escape - Basicamente, você é lançado numa velocidade absurda por uma subida, e a brincadeira é a volta de costas dela.
01 - Millenium force - Essa é a mais animal. 94 metros de altura, chegando a uma velocidade de 150 km/h... basta?
Na cyclone, teve um americano que bateu o recorde mundial por passar 155 horas nela.
Ele mesmo já bateu esse recorde de novo, só que numa montanha russa na Inglaterra, onde passou 2000 horas.
E depois sou eu que não tenho mais nada pra fazer né?
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Livro do Dia: Coleção plenos pecados
Faz umas 3 semanas que eu terminei de ler o
Soberba - O vôo da rainha .
Mas ontem eu estava dando uma olhada em alguns dos outros livros
e fui lembrando como esta era uma série de livros muito bons.
Merece ser lido.
Eu e uns amigos estavamos escrevendo contos baseados nos 7 pecados também.
Vou ver se eu encontro e posto eles aqui. = D
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quarta-feira, setembro 18, 2002
Borboletas
Acho que quando criança, eu era o homem mais romântico do mundo.
Sempre pensei que acharia a menina certa, e iria me apaixonar perdidamente por ela e ela por mim.
Nada existiria mais no mundo. Somente entardeceres chuvosos, noites agradáveis banhadas a luz da lua,
e nasceres do sol. O mundo seria uma sequência de beleza, e eu andaria com aquela suave cara de bobo, e
com meus pés sem tocar o chão ( o que, no fundo, não pode ser uma boa coisa... =P)
Mas veio o meu primeiro amor. E o inicio se pareceu muito com o que eu imaginava que seria, mas depois, os problemas
vieram, e eu percebi que se eu não tivesse cabeça, estaria tudo acabado. Bom, não vamos colocar essa culpa só em cima de mim,
ok? heuhaiueahe
Vieram então o meu segundo, o meu terceiro amor. E neles eu percebi que meu futuro estava pra sempre arruinado. Por melhor que
começassem as coisas, eu não podia esconder, fugir, do pensamento Quando será q isto tudo vai acabar? . Não de uma forma pessimista,
mas já sabendo que ia acabar.
Mesmo assim tem uma coisa que ainda me faz muita falta.
Aquela sensação que você chega em casa. Aquela alegria boba.
Ou como diriam Butterflies in my stomach .
Ah! Como isso faz falta...
--------x0x0x0x0-----------------------------------------------
Filme do Dia : "Os 12 macacos"
Nunca pego o inicio deste filme, mas cada vez q eu vejo, eu o acho mais inteligente.
Aquela inteligência que faz você sorrir no final.
-------------------------------------------x0x0x0x0------------
ps1. Vou Aprender a colocar comentários nisso aqui logo mais.
Talvez eu precise de uma pequena ajudinha do Tiba
ps2. Estou aprendendo como deixar o meu template da hora, hoje eu só li, amanha vou tentar por alguma coisa em pratica =D
Acho que quando criança, eu era o homem mais romântico do mundo.
Sempre pensei que acharia a menina certa, e iria me apaixonar perdidamente por ela e ela por mim.
Nada existiria mais no mundo. Somente entardeceres chuvosos, noites agradáveis banhadas a luz da lua,
e nasceres do sol. O mundo seria uma sequência de beleza, e eu andaria com aquela suave cara de bobo, e
com meus pés sem tocar o chão ( o que, no fundo, não pode ser uma boa coisa... =P)
Mas veio o meu primeiro amor. E o inicio se pareceu muito com o que eu imaginava que seria, mas depois, os problemas
vieram, e eu percebi que se eu não tivesse cabeça, estaria tudo acabado. Bom, não vamos colocar essa culpa só em cima de mim,
ok? heuhaiueahe
Vieram então o meu segundo, o meu terceiro amor. E neles eu percebi que meu futuro estava pra sempre arruinado. Por melhor que
começassem as coisas, eu não podia esconder, fugir, do pensamento Quando será q isto tudo vai acabar? . Não de uma forma pessimista,
mas já sabendo que ia acabar.
Mesmo assim tem uma coisa que ainda me faz muita falta.
Aquela sensação que você chega em casa. Aquela alegria boba.
Ou como diriam Butterflies in my stomach .
Ah! Como isso faz falta...
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Filme do Dia : "Os 12 macacos"
Nunca pego o inicio deste filme, mas cada vez q eu vejo, eu o acho mais inteligente.
Aquela inteligência que faz você sorrir no final.
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ps1. Vou Aprender a colocar comentários nisso aqui logo mais.
Talvez eu precise de uma pequena ajudinha do Tiba
ps2. Estou aprendendo como deixar o meu template da hora, hoje eu só li, amanha vou tentar por alguma coisa em pratica =D
terça-feira, setembro 17, 2002
A difícil arte de Viver
Tem coisas que sempre lhe pegam desprevenido.
Um novo amor. Um acidente ( durd .. =P). Ganhar uma bolada na loteria.
Algumas vezes, você passa a vida se preparando pra alguma dessas coisas, e quando elas chegam, você percebe o quão despreparado você estava.
Também existe toda a dificuldade em amadurecer, crescer. Tantas coisas novas vão se pondo a sua frente.
Muitas vezes, as pessoas são as que mais te surpreendem.Mesmo aquelas q você julgava taaaaaaaaão suas amigas.
É sempre frustrante perceber o que as pessoas fazem por algumas coisas, como eles perdem seus princípios.
Falando em princípios... como eles mudam. Como coisas q você achava impossíveis quando você era pequeno, acabam se tornando corriqueiras.
Muitas vezes, não é nem mesmo você as fazendo, mas sim, deixando que elas continuem ocorrendo.
É engraçado como você vai perdendo o pique. Quando pequeno ( err, digo... até meus 18 anos), eu era super-ativo. Hoje em dia, fico várias vezes parado, em casa
na net, vendo televisão, escrevendo. Tem finais de semana que eu nem faço nada.
Mas o pior disso tudo, mesmo com a desorientação de crescer, mesmo com os seus princípios necessitando mudanças,
mesmo com você sendo atingido por todos os lados por coisas inesperadas, mesmo com amores novos florescendo eh q:
I'T'S SO HARD TO LET GO.
Ainda hoje, eu acho tão difícil me permitir coisas novas.
--------------------------x0x0x0x0x--------------------
(copia do tiba.. hehehe)
musicas da semana:
Michelle Branch - Everywhere
Box Car Race - I feel so
Livro da semana: Minority Report
Autor: o incriiiiiiiiivel Philip K. Dick
contos de ficção inteligentes... incluindo o minority e o q deu origem ao vingador do futuro
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Tem coisas que sempre lhe pegam desprevenido.
Um novo amor. Um acidente ( durd .. =P). Ganhar uma bolada na loteria.
Algumas vezes, você passa a vida se preparando pra alguma dessas coisas, e quando elas chegam, você percebe o quão despreparado você estava.
Também existe toda a dificuldade em amadurecer, crescer. Tantas coisas novas vão se pondo a sua frente.
Muitas vezes, as pessoas são as que mais te surpreendem.Mesmo aquelas q você julgava taaaaaaaaão suas amigas.
É sempre frustrante perceber o que as pessoas fazem por algumas coisas, como eles perdem seus princípios.
Falando em princípios... como eles mudam. Como coisas q você achava impossíveis quando você era pequeno, acabam se tornando corriqueiras.
Muitas vezes, não é nem mesmo você as fazendo, mas sim, deixando que elas continuem ocorrendo.
É engraçado como você vai perdendo o pique. Quando pequeno ( err, digo... até meus 18 anos), eu era super-ativo. Hoje em dia, fico várias vezes parado, em casa
na net, vendo televisão, escrevendo. Tem finais de semana que eu nem faço nada.
Mas o pior disso tudo, mesmo com a desorientação de crescer, mesmo com os seus princípios necessitando mudanças,
mesmo com você sendo atingido por todos os lados por coisas inesperadas, mesmo com amores novos florescendo eh q:
I'T'S SO HARD TO LET GO.
Ainda hoje, eu acho tão difícil me permitir coisas novas.
--------------------------x0x0x0x0x--------------------
(copia do tiba.. hehehe)
musicas da semana:
Michelle Branch - Everywhere
Box Car Race - I feel so
Livro da semana: Minority Report
Autor: o incriiiiiiiiivel Philip K. Dick
contos de ficção inteligentes... incluindo o minority e o q deu origem ao vingador do futuro
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segunda-feira, setembro 16, 2002
Odeio blogs!
Não sei o motivo pelo qual comecei este aqui.
Mas tenho hipóteses...
Meus contos... tem se tornado um local onde despejo alguns dos meus pensamentos interessantes
perdendo todo o caráter inventivo que eles tinham... talbeiZ com um blog isso mude... talbeiz.... talbeiz...
Um outro motivo foi q eu sempre quis zuar os blogs... e quando pensei em ronaldgolias pro blog.. pensei num blog escroto
bezarro... pra não dizer muito mais...
Mais pela graça q existe na nojeira...
Um motivo... que certamente foi o que teve mais valor pra mim, foram os templates. Uma amiga minha
faz os dela pro blog dela e da irmã... e eles ficam muito loucos... pensei.. "Pô! também quero fazer uns templates muito legais!"
Só que pra isso, eu precisava entender o funcionamento de um blog... coisa que eu ainda não fiz por completo...
(parecem simples.. mas são meio enrolados esses blogs...)
Não sei o motivo pelo qual comecei este aqui.
Mas tenho hipóteses...
Meus contos... tem se tornado um local onde despejo alguns dos meus pensamentos interessantes
perdendo todo o caráter inventivo que eles tinham... talbeiZ com um blog isso mude... talbeiz.... talbeiz...
Um outro motivo foi q eu sempre quis zuar os blogs... e quando pensei em ronaldgolias pro blog.. pensei num blog escroto
bezarro... pra não dizer muito mais...
Mais pela graça q existe na nojeira...
Um motivo... que certamente foi o que teve mais valor pra mim, foram os templates. Uma amiga minha
faz os dela pro blog dela e da irmã... e eles ficam muito loucos... pensei.. "Pô! também quero fazer uns templates muito legais!"
Só que pra isso, eu precisava entender o funcionamento de um blog... coisa que eu ainda não fiz por completo...
(parecem simples.. mas são meio enrolados esses blogs...)
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